Ascom/FMS

O SAMU de Teresina, administrado pela Fundação Municipal de Saúde, realizou 30.508 atendimentos em 2019. Deste total, 29.235 foram na zona urbana e 1.273 na zona rural da capital. Os atendimentos são referentes às orientações médicas através do 192 e deslocamento de ambulâncias nos casos urgência clínica, traumática, obstétrica, psiquiátrica e, ainda, transferência inter-hospitalar de pacientes em estado grave.

As maiores demandas do SAMU em 2019 foram de atendimentos de urgências clínicas em adultos, no total de 10.516 pessoas atendidas (34,14% na zona urbana e 39,27% na zona rural), seguido de traumas por acidente de trânsito com 5.687 pessoas beneficiadas (17,93% na zona urbana e 18,90%na zona rural).

No caso de urgências psiquiátricas, o SAMU Teresina atendeu 931 casos entre zona urbana e rural. Já nos casos de urgência obstétrica, o número de atendimentos foi de 1.010 na cidade e 214 na zona rural. O SAMU também prestou assistência em situações de afogamento, queimaduras, choque elétrico e envenenamento.

Em 2019, foram registrados 180 trotes para o SAMU, sete deles provenientes da zona rural. O diretor médico do SAMU de Teresina, José Ivaldo, alerta para o prejuízo que os trotes trazem para o serviço, pois provocam um deslocamento das viaturas, gastando tempo e recursos que poderiam ser usados para salvar vidas.

“Muitas vezes mobilizamos e deslocamos ambulância e pessoal para fazer um atendimento que não é real, quando poderíamos atender uma pessoa que estava realmente precisando dos serviços do SAMU”, ressalta.

Para ter acesso aos serviços do SAMU, basta telefonar para o número 192. A ligação é gratuita de qualquer telefone. O serviço deve ser acionado sempre que houver acidentes com vítimas, choque elétrico ou acidentes com produtos perigosos, nos casos de problemas cardiorrespiratórios, intoxicação, trauma ou queimadura. O SAMU também atende casos de quadros infecciosos, maus tratos, trabalhos de parto ou crises hipertensivas.

O SAMU Teresina possui oito viaturas de suporte básico, três viaturas de suporte avançado e quatro motolâncias para atender a população da capital. Para agilizar o deslocamento das ambulâncias, são mantidos cinco pontos de apoio para deslocamento das ambulâncias: na zona Norte, estão localizados nos hospitais Mariano Castelo Branco e Buenos Aires, com duas viaturas de suporte básico e uma motolância; na zona Sudeste há um ponto na UPA do Renascença, com duas viaturas de suporte básico e uma motolância; na zona Sul são dois pontos de apoio, no hospital do Monte Castelo, com duas viaturas de suporte básico, e no  hospital do Promorar, com duas viaturas de suporte básico.