Desde o início dessa semana, o prefeito Firmino Filho iniciou uma série de reuniões por videoconferência com as lideranças comunitárias de Teresina, para tratar sobre a pandemia do novo coronavírus e pedir o apoio no enfrentamento do problema e conscientização da população. Nesta quinta-feira (16), foi a vez das lideranças da zona Sudeste da capital conversarem com o prefeito, tirarem suas dúvidas e deixarem sugestões. Eles apoiam as medidas adotadas pela Prefeitura.

Firmino Filho, mais uma vez, chamou a atenção para a importância do isolamento social, como a arma mais eficaz para combater o avanço do novo coronavírus. E defendeu que afrouxar agora as medidas restritivas é agravar a crise sanitária e econômica em Teresina. “É melhor a cidade se fechar para poupar vidas e quando este momento passar a cidade estará minimamente organizada para sair da crise. Essas medidas permitem que a economia não sofra tanto e tenha maior capacidade de recuperação quando isso passar. É importante sairmos disso tudo vivos, do resto a gente cuida depois. Não podemos afrouxar o isolamento, porque é o instrumento que temos”, disse.

O prefeito alertou ainda para o fato de que o vírus já está circulando de forma comunitária em Teresina, saindo da classe média e chegando a todas as regiões da cidade, ao mesmo tempo em que os índices de isolamento social estão caindo. “Temos oito óbitos no Piauí e o número de infectados está crescendo. São cinco mortes em Teresina e duas foram de moradores de bairros mais populares. Então, é importante lembrar que, quanto mais frágil for o isolamento, mais duras serão as restrições que teremos que tomar”, afirmou.

Para o prefeito, o momento não é para fazer alarde e muito menos para afrouxar as medidas restritivas, mas para apostar na estratégia correta para vencer o novo coronavírus. “É um momento difícil, mas precisamos em primeiro lugar fazer o diagnóstico correto, não adianta se iludir, diminuir o problema e nem potencializá-lo, temos que ter uma colocação correta de acordo com o que estamos vivendo e buscar estratégias seguindo o que determina os órgãos de vigilância sanitária e a Organização Mundial da Saúde”, pontuou.