O primeiro sábado (06) do mês de junho apresentou índice de isolamento social de 42,2% em Teresina, de acordo com dados colhidos pela startup Inloco. Em comparação aos dois sábados anteriores, 23 e 30 de maio, que registraram 47,2% e 44,8%, respectivamente, o índice deste sábado indica que o isolamento social está caindo nos finais de semana na capital.

As medidas adotadas pela Prefeitura desde o mês de março têm o objetivo de diminuir o avanço do novo coronavírus na cidade. Os índices registrados continuam muito abaixo do recomendado pelos órgãos de saúde, que é de 73%.

Ainda segundo a Startup, que realiza o georreferenciamento de smartphones na cidade, monitorando a localização dos usuários, a região que apresentou maior índice de isolamento foi a Leste, com 42,70%, seguida pela região Sul, com 42,40%. As que apresentaram os piores índices foram a região Centro/Norte, com 42,16%, e a Sudeste, com apenas 39,80%.

A Prefeitura de Teresina também está acompanhando os índices de isolamento social através de informações geradas pelas operadoras de telefonia celular. Segundo essa outra base de dados, que disponibiliza informações de mais de 1 milhão de linhas telefônicas, o índice de isolamento no sábado foi de 55,23%.

Ao tempo em que os índices de isolamento caem na cidade, o número de pessoas infectadas e mortas pela Covid-19 cresce em Teresina. De acordo com dados atualizados pelo Comitê de Operações Emergenciais em Saúde Pública (COE) da Fundação Municipal de Saúde (FMS), a capital registrou 103 novos casos confirmados de Covid-19 e 9 óbitos decorrentes de complicação da doença no último sábado (06). Atualmente, o município possui um total de 126 mortes e 3.240 infectados pelo novo coronavírus.

“Esse é um momento muito difícil que o mundo enfrenta. Além de lamentar os óbitos e estender nossa solidariedade às famílias, informamos que a Prefeitura está seguindo o plano de contingência, mas reiteramos à população que devem ser mantidos os cuidados com a higiene. Pedimos também que só saiam de casa se for estritamente necessário”, afirma o presidente da FMS, Manoel de Moura.