A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) comemorou na manhã desta terça-feira, (31), os 25 anos de fundação da Casa de Zabelê. Na ocasião, houve a celebração de missa, e corte de bolo com servidores e assistidos da unidade.

A Casa de Zabelê tem como objetivo prevenir e enfrentar as diversas formas de violações de direito contra crianças e adolescentes do sexo feminino, jovens de ambos os sexos e suas famílias, em situação de vulnerabilidade e/ou risco pessoal e social.

Fotos: Ascom Semcaspi

 

O secretário da Semcapsi, Allan Cavalcante, reforça a importância da parceria entre a Prefeitura de Teresina e a Ação Social Arquidiocesana (ASA) na realização das atividades promovidas pela Casa de Zabelê.

“São 25 anos de parceria e comunhão com a Prefeitura de Teresina e a ASA. O Dr. Pessoa também abraça essa entidade. Ele tem uma gestão voltada à questão social. A Casa de Zabelê oferece e oferta esse serviço a essas pessoas, meninas e jovens, que de alguma forma, tiveram seus direitos violados ou estão em um momento de vulnerabilidade. É importante que a Prefeitura e a Semcaspi abracem essa entidade”, pontuou o secretário.

Para a coordenadora administrativa da Casa de Zabelê, Sueli Pereira, os desafios do acolhimento são difíceis, mas gratificantes.

“É um trabalho de muito desafio, porque quando trabalhamos com direitos violados encontramos muitos desafios. Quando temos a oportunidade de inserirmos os jovens no primeiro emprego é uma vitória para a gente, porque são jovens que vem das medidas socioeducativas. Recebemos essa demanda dos Creas e realizamos um trabalho interligado com eles, para que nossos jovens possam ter essa oportunidade de mudança de vida”, comenta Sueli Pereira.

A Casa de Zabelê atua com três núcleos de atendimento: núcleo de atendimento direto, que são para crianças e adolescente de 7 a 17 anos; o núcleo da profissionalização para adolescentes e jovens, para encaminhados ao mercado de trabalho; e o núcleo de dança para adolescentes de 13 a 17 anos.

ATENDIMENTO HÍBRIDO

Mesmo durante a pandemia da Covid-19, os serviços continuam sendo ofertados, como explica Sueli Pereira.

“No período da pandemia, continuamos com atendimento remoto, elaborando atividades e levando até a casa das meninas ou elas venham buscar na unidade. Em junho deste ano, retornamos no formato híbrido”, pontuou.