Livros por toda parte, muito verde e crianças animadas para aprender. Esse é o retrato de uma unidade de ensino da Rede Municipal de Teresina que, apesar de pequena, tem muito a ensinar. Localizada no Povoado Cebola, zona Rural, já próximo ao município de Nazária, a Escola Municipal Serafim é exemplo de organização e bons resultados.

Para 2022, a diretora Fátima Fonteles conta que já planejou com sua equipe pedagógica pelo menos cinco projetos que vão além dos orientados pela Secretaria Municipal de Educação (Semec). Segundo a gestora, o objetivo é envolver as 52 crianças em atividades de leitura todos os dias, utilizando a imaginação e transformando a escola em um espaço mágico.

Fotos: Ascom Semec

“Nossa escola não deixa a desejar em nada com relação as de zona urbana, pois tenho uma boa equipe como base e foco na qualidade de vida dos alunos. Vamos colocar em prática todos os projetos este ano”, disse a diretora Fátima.

O secretário municipal de Educação, professor Nouga Cardoso, esteve na escola e ficou encantado com as ações. Ele fez questão de participar de uma atividade relacionada ao combate à dengue. Também parabenizou a comunidade escolar e anunciou melhorias no espaço.

“Temos firmado algumas parcerias que podem contribuir com a ampliação da horta, algo bem significativo para as unidades de ensino situadas na zona rural. Outro ponto é o piso antigo, que deve ser trocado em breve para que as crianças usufruam dos momentos de leitura de forma descontraída. Fiquei encantado com a escola, pois é aconchegante, exatamente como uma escola deve ser para que a criança se sinta abraçada de verdade”, disse Nouga.

O secretário executivo de Ensino, Kleytton dos Santos, levou mais uma sugestão importante para dar ainda mais destaque à unidade de ensino. Teresina tem hoje 20 escolas com o Selo UNICEF, que se enquadram em iniciativas como as da Escola Municipal Serafim. Para ele, a escola é uma forte candidata nesse sentido. “O Selo estimula e reconhece avanços na promoção, realização e garantia dos direitos de crianças e adolescentes, exatamente o que nossas unidades de ensino fazem. E a E.M. Serafim pode provar isso com facilidade”, concluiu Kleytton.