Nosso Lar oferece acolhimento aos idosos em situação de vulnerabilidade social

Ascom/Semcaspi

Inaugurada em julho deste ano, a Instituição de Longa Permanência (ILP) “Nosso Lar” foi criada com o objetivo de acolher os idosos que se encontravam em situação de vulnerabilidade social devido a pandemia da Covid-19. O espaço tem a capacidade de atender até 15 pessoas com idade acima de 60 anos e oferece atividades pedagógicas, de cognição e de educação física, levando em consideração a idade de cada um e mantendo o distanciamento como recomenda os órgãos de saúde.

De acordo com a coordenadora do Nosso Lar, Lorena Moura, os idosos chegam ao local após triagem feita pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (SEMCASPI), onde são realizados exames e ainda passam por um isolamento de 14 dias para garantir que não haja a contaminação dentro da Instituição.

“Os idosos que estão hoje na Instituição já haviam sido acolhidos no inicio da pandemia da Covid-19, no Estádio Lindolfo Monteiro, pela Semcaspi. Como é um público de risco, todos eles foram trazidos pra cá, onde recebem acolhimento de forma permanente”, disse a coordenadora.

Jonas Gomes Martins Mendes da Silva, de 62 anos, morador do Nosso Lar desde outubro, relata que foi bem acolhido no espaço e que possui uma realidade completamente diferente do que vivia antes de chegar na Instituição.

“Aqui eu tenho quarto com ar-condicionado, boa alimentação, psicólogo. Recebemos ajuda para cuidar dos nossos assuntos particulares quando precisamos. Não tenho do que reclamar. É uma nova vida e eu agradeço por tudo que estou vivendo”, disse seu Jonas.

Lorena Moura relata que, atualmente, 10 idosos estão recebendo acolhimento no espaço e que, para diminuir os impactos do isolamento social, os profissionais definiram uma grade de atividades com dinâmicas em grupos, para que eles entendam seu valor na sociedade.

“Os idosos recebem atendimento físico e psicológico, com médicos, enfermeiras, cuidadores, psicólogos, cozinheiros, assistentes sociais e da diretoria técnica. Nós buscamos dar uma maior dignidade a eles, através de atividades integrativas. Temos um lar bem dinâmico, e posso dizer que somos uma família”, explica.

A instituição está localizada na Rua Batista, N° 1735, bairro Mafuá. Mais ações de natureza emergencial articuladas durante a pandemia podem ser conferidas no site e nas redes sociais da Semcaspi.

Programa Criança Feliz realiza cerca de 4 mil atendimentos em 2020

Com o objetivo de fortalecer as políticas públicas na primeira infância das crianças de famílias em situação de vulnerabilidade social em Teresina, o Criança Feliz realizou, neste ano, a média de 4 mil atendimentos por mês de 1.900 famílias cadastradas no programa. Os dados são da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Polícias Integradas (SEMCASPI).

Criado em 2016, o programa tem como diretriz promover o crescimento integral de crianças de zero a seis anos de idade através do apoio e acompanhamento das famílias inseridas nos seguintes critérios: gestantes, beneficiários do programa Bolsa Família e do Beneficio de Prestação Continuada (BPC) e crianças de até 06 anos em serviços de acolhimento. Em Teresina, o Criança Feliz ainda contempla as ações integradas com os serviços de Proteção e Atendimento Integral a Família, o PAIF, ofertados por 12 unidades do Centro de Referência e Assistência Social (CRAS) e possui a colaboração da Fundação Padre Antônio de Civeiro (Funaci), que executa os recursos e operacionaliza as atividades sob supervisão do município.

A coordenadora do “Criança Feliz” na Semcaspi, Elizabeth Nogueira, explica que os profissionais que executam o programa foram capacitados no método específico do “Cuidados para o Desenvolvimento da Criança (CDC) do Ministério da Cidadania do Governo Federal e realizam visitas domiciliares para a aplicação de atividades que incentivam o desenvolvimento infantil, levando em consideração o contexto familiar. Durante o período de Pandemia, os atendimentos foram realizados por meio de ligação telefônica, envio de vídeos com atividades, além de orientação sobre cuidados com saúde para a prevenção da Covid-19.

“Desde o ano em que o município fez a adesão ao programa nós tivemos diversos avanços. Apesar de não ser obrigatório, nós optamos por visitadores que possuem qualificação adequada para realização dos atendimentos. A gente fez ainda a integração das ações do programa com os CRAS de cada território para alcançar de forma rápida e eficaz o público. No contexto da Pandemia, foi necessário desenvolver uma nova estratégia de operacionalização do programa por meio do formato remoto para que as famílias não tivessem os seus atendimentos interrompidos”, disse a coordenadora.

No ano de 2019, o método executado no município de Teresina foi avaliado pelo Ministério da Cidadania como excelente por cumprir todas as metas estabelecidas pelo Governo Federal. Larissa Rêgo, Assistente Social e responsável pela Divisão de Articulação e Acompanhamento da Rede Assistencial da GPSB da Semcaspi, explica que o município vem sendo modelo de execução das atividades e metas previstas pelo programa em todo o país.

“A articulação do programa Criança Feliz com as equipes de Proteção e Atendimento Integral à Família, o PAIF, nos territórios vem sendo um modelo de execução no país. É o acompanhamento integral das gestantes e crianças, dando esse reforço ao desenvolvimento da primeira infância”, afirmou a Assistente Social.

Para o ano de 2021, Larissa conta que a meta é continuar avançando na política da assistência social do município. “O programa segue esse modelo de territorialização previsto pela política de assistência social. Cada CRAS vai permanecer tendo como meta acompanhar o público de 160 famílias e contando com um supervisor macro no território, 05 visitadores e um carro que continuará dando apoio no deslocamento dos profissionais”, finalizou.

Em Teresina, os Centros de Referência em Assistência Social (Cras) contemplados com o Programa Criança Feliz são no Território Norte: os Cras Norte II, Cras Norte III e Cras Norte V; Território Leste: os Cras Leste I, Cras Leste II e Cras Leste III; Território Sul; Cras Sul II, Cras Sul III E Cras Sul IV; Território Sudeste; Cras sudeste I, Cras Sudeste II e Cras Sudeste III. Para mais informações, acesse: semcaspi.teresina.pi.gov.br

Estádio Lindolfo Monteiro acolheu 140 pessoas durante a pandemia

Foto: Renato Bezerra

Como parte do plano de enfrentamento ao novo coronavírus, o estádio Lindolfo Monteiro tornou-se lar para 140 pessoas em situação de rua ao longo dos últimos três meses. O abrigo montado pela Prefeitura de Teresina no local garante atendimento de saúde e várias ações necessárias para proteger essa parcela da população contra os riscos da pandemia da Covid-19.

“O trabalho social com pessoas em situação de rua se fortaleceu nessa pandemia. As ações já ofertadas foram ampliadas, garantindo o acolhimento 24 horas no cumprimento de medidas de proteção a esse público. Vamos garantir essas ações enquanto for necessário. De forma articulada com a FMS, temos oferecido um conjunto de ações que garantem dignidade e proteção social”, afirma Janaína Carvalho, secretária Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas. 

Com a transferência do público idoso para uma nova instituição de longa permanência no mês de junho, o espaço abriga, hoje, um total de 25 pessoas. Elas permanecem recebendo atendimento à saúde, alimentação, higiene e assistência social, além da participação em atividades socioeducativas, como roda de conversa sobre diversos temas.

O coordenador do abrigo, Édson Araújo, destaca que o trabalho assistencial será continuado para evitar o possível retorno às ruas. “Nossa equipe já trabalha com a possibilidade de tentar o restabelecimento dos vínculos familiares e uma série de outras ações para esse público”, informa.

Projeto incentiva acolhimento temporário de crianças e adolescentes

Crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, que foram afastadas do convívio familiar por medida protetiva judicial, recebem acolhimento temporário nas casas Reencontro e Punaré. As unidades institucionais são mantidas pela Prefeitura de Teresina e, com o isolamento social, foi registrado um aumento de 16% em medidas que demandam acolhimento institucional.

Atualmente, segundo a gerente da Casa Reencontro, Marina Pinheiro, a unidade está responsável por 50 crianças. Algumas delas estão recebendo acolhimento provisório em residência de funcionários, visto que estes são cadastrados como padrinhos afetivos, mas outras 27 crianças continuam presentes na instituição. Com isso, a lotação é uma preocupação a mais neste momento de pandemia do coronavírus.

“É um momento muito difícil, todos os dias a equipe de psicólogos da casa conversa com as crianças para tentar diminuir o impacto do isolamento social e também damos orientações de higiene a elas. Normalmente recebíamos muitas visitas, da família, padrinhos e voluntários”, afirma a gerente.

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) suspendeu todas as atividades recreativas externas e visitas nos abrigos para garantir a segurança dos acolhidos e funcionários e também adotou algumas estratégias para minimizar os riscos de contágio nas unidades. “Agora, estamos funcionando apenas internamente, com funcionários e crianças. As visitas foram suspensas e o quadro de funcionários está funcionando por escala. O objetivo é diminuir a circulação de pessoas dentro da casa e garantir que as crianças e profissionais estejam protegidas dentro da unidade”, informa Marina Pinheiro.

Janaína Carvalho, chefe de gabinete da Semcaspi, explica que as novas medidas foram tomadas para viabilizar o acolhimento provisório das crianças institucionalizadas e dar mais segurança a elas. “Estamos seguindo a Portaria nº 1.025/2020 emitida em 20/03/2020, pela 1º Vara da Infância e Juventude, em que ficou facultado às entidades de acolhimento a entrega de crianças e adolescentes para servidores das referidas entidades, ou para famílias cadastradas nos Serviços de Acolhimento em Família Acolhedora, durante toda a situação de emergência em saúde decorrente da Covid-19”, afirma.

Para evitar os possíveis riscos de contágio provenientes do ambiente coletivo, em acordo com os dispositivos legais, a Casa Reencontro, por meio do Serviço de Acolhimento Familiar “Partilhando Cuidado”, está avaliando a situação e dará início dará início ao processo de cadastramento de famílias acolhedoras para que crianças sejam acolhidas temporariamente.

Família Acolhedora

O Família Acolhedora é um serviço ofertado pela Semcaspi que seleciona famílias para acolher temporariamente crianças e adolescentes afastadas do convívio familiar por decisão judicial. O objetivo é oferecer um ambiente afetivo e cuidados aos acolhidos, o serviço dispõe ainda de uma bolsa-auxílio de R$ 500 (ou R$750, caso a criança possua alguma necessidade especial) que deve ser utilizada exclusivamente para o custeamento do bem-estar do acolhido.

Para fazer parte do programa é preciso estar em acordo com alguns critérios, que são: residir em Teresina, ser maior de 21 anos, ter disponibilidade afetiva para cuidar de crianças ou adolescentes, não apresentar problemas psiquiátricos, não ser dependente de substâncias psicoativas e não responder a processo judicial. As famílias interessadas podem entrar em contato com a equipe técnica pelo telefone (86) 3234-1652 ou pelo Instagram @familiaacolhedora1 para mais informações.

64 famílias são removidas de áreas de risco em Teresina

Ascom/Semcaspi

Técnicos da Defesa Civil e das Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDU’s) estiveram na manhã desta quarta-feira (18) fazendo a remoção de 64 famílias que se encontravam em áreas de risco de enchentes em Teresina. Todo o trabalho foi acompanhado pelo secretário de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (SEMCASPI), Samuel Silveira.

De acordo com o levantamento feito pela Defesa Civil, 28 famílias foram removidas na Vila Beira Rio, próximo a Curva São Paulo. Foram retiradas ainda 32 que estavam na Terra Prometida, na zona Sul de Teresina e 04 no bairro Poty Velho, na zona Norte da capital.

“Nós percorremos todas as áreas que sofreram algum tipo de alagamento por conta do aumento do nível dos rios nos últimos dias. A remoção dessas 64 famílias mostra que a estratégia preventiva adotada pela Prefeitura de Teresina foi acertada. Essas pessoas serão incluídas no programa Cidade Solidária que passará a atender mais de 360 famílias desde o início do período chuvoso em Teresina”, disse o secretário.

Em paralelo ao trabalho da Defesa Civil, os técnicos das SDU’s também participaram da remoção e fizeram um pré-cadastro das famílias para a inclusão nos programas sociais existentes, no intuito de evitar qualquer tipo de aglomeração de pessoas nos colégios e em outros espaços públicos, devido a política de prevenção ao novo coronavírus.

“O nível dos rios tiveram uma redução, apesar da chuva que atingiu a cidade de Teresina na noite de ontem. No entanto, como política de prevenção da Prefeitura de Teresina, nós conseguimos fazer a remoção dessas famílias e a inclusão no programa Cidade Solidária, onde elas ficarão abrigadas em casa de parentes ou no aluguel de algum outro imóvel durante esse período chuvoso. Novos atendimentos estão sendo programados em outras zonas de Teresina para evitar qualquer tipo de transtorno nos próximos dias”, explicou Deolindo Nascimento, coordenador da Defesa Civil Municipal.

Além do apoio financeiro, o Comitê de Gerenciamento de Crise da Semcaspi vai dispor de kits de acolhimentos, higiene, limpeza e alimentação para atender a demanda das vítimas. Para fazer o acionamento da Defesa Civil,  a Prefeitura de Teresina disponibiliza para a população o número 153. A ligação para o número é gratuita e permite que os teresinenses solicitem ao órgão o monitoramento, que pode ajudar na identificação e remoção das áreas de risco.

Projeto busca famílias para acolhimento temporário em Teresina

Ascom/Semcaspi

O projeto Família Acolhedora está desenvolvendo diversas atividades para buscar a adesão de novas famílias que possam oferecer um acolhimento temporário para crianças que estão em abrigos. Até o momento, 06 famílias estão cadastradas no projeto e a meta da coordenação é chegar a 10 participantes nos próximos meses.

A gerente executiva do Família Acolhedora, Lorena Batista, explica que o acolhimento é feito durante o período em que a criança está afastada da família biológica, por decisão judicial. As famílias voluntárias são preparadas até que estejam prontas para receber e se responsabilizar pelos cuidados do menor, até que este seja reinserido à família de origem. Os pais biológicos também são acompanhados para que tenham condições de receber os filhos novamente nos seus lares.

“Nós somos um serviço de acolhimento familiar temporário para crianças em abrigo. Essas famílias acolhem as crianças em suas casas e enquanto isso, nós damos atendimentos e assistência psicossocial para suas famílias de origem. O nosso objetivo é que elas possam voltar para casa. Caso a justiça decida pela destituição familiar, a criança continua conosco até encontrar uma família para ser adotada”, explicou.

O serviço é ofertado pela Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), e oferece bolsa-auxílio às famílias interessadas em receber uma criança de R$ 500 (ou R$750, caso a criança possua alguma necessidade especial) e deve ser utilizada para o custeamento do bem-estar do acolhido.

“É um valor financeiro que busca auxiliar nas necessidades básicas que a criança tiver durante o período de acolhimento. É uma bela missão a de acolher nossas crianças, partilhando amor, cuidado e mantém vivo o convívio familiar através do serviço ofertado”, completou.

Os interessados em fazer parte do projeto podem entrar em contato pelo telefone (86) 3234-1652 e agendar uma entrevista com a equipe técnica.  Entre os principais critérios, estão: residir em Teresina, ser maior de idade (com 21 anos ou mais), ter disponibilidade afetiva para cuidar de crianças ou adolescentes, não apresentar problemas psiquiátricos, não ser dependente de substâncias psicoativas e não responder a processo judicial. Além do telefone, o Família Acolhedora também pode ser alcançado pelas redes sociais, no Instagram @familiaacolhedora1.

Prefeitura lança projeto de acolhimento em unidades de saúde

Rômulo Piauilino

A Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Saúde (FMS), lançou oficialmente nesta terça-feira (27) o projeto Acolher: Conte Comigo, que propõe levar um acolhimento humanizado às Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital.

“Nosso ideal é de termos uma cidade justa, com oportunidades para todos e qualidade de vida. Não basta só ter fé. É importante que possamos dar nossa contribuição”, expôs o prefeito de Teresina, Firmino Filho.

O projeto Acolher: Conte Comigo pretende aprimorar o atendimento inicial ao usuário do Sistema Único de Saúde (SUS), tendo como base a Política Nacional de Humanização. Para isso, foram selecionados 271 estudantes das áreas de enfermagem, psicologia e serviço social, que irão tirar dúvidas em geral dos usuários, compreendendo as suas demandas e prestando informações relevantes sobre saúde.

“O projeto Acolher Conte Comigo enfatiza o acolhimento da população nos serviços de saúde. Para mim acolher é tratar o outro como eu gostaria de ser tratada. Quando a gente chega no serviço de saúde a primeira impressão é a que fica, então o projeto tem grande sentido. Acolher é tratar o outro com humanização, tratar o outro como você gostaria de ser tratado”, explicou Izonete Melo, estudante de enfermagem que faz parte do projeto.

O projeto está pautado na definição conceitual do termo acolhimento, que consiste em desenvolver atitude de disponibilidade interna para o encontro com o outro, possibilitando o diálogo e a compreensão mútua. Os benefícios do trabalho acontecem nas três vias, uma vez que, além do aumento na satisfação da parte do usuário, as unidades terão seu atendimento facilitado e resolutividade potencializada e os próprios estagiários poderão ter um contato mais íntimo com a realidade do SUS, o que contribuirá para sua atuação como profissionais no futuro.

“É necessário ter um olhar de solidariedade e de cumplicidade com a sociedade. Mais que conhecimento técnico, que também é importante, mas de nada vale sem o olhar para quem mais precisa. Esse projeto é fruto da construção permanente do nosso corpo técnico que busca sempre melhorar nosso atendimento. Quem vai a uma unidade de saúde não vai porque quer, mas porque precisa. E nós fazemos o possível para melhorar o acolhimento em nossas unidades”, falou Charles Silveira, presidente da FMS.

A seleção dos estudantes se deu no início do mês de agosto e foi executada pela Gerência de Desenvolvimento de Pessoas da FMS, mediante análise do Histórico Escolar com base no Índice de Rendimento Acadêmico – IRA. Eles foram contratados por um ano, com data a contar da publicação do ato de homologação do resultado no Diário Oficial do Município e não haverá prorrogação.

Após a contratação, os estudantes passaram por uma capacitação, onde puderam aprender mais sobre a Política Nacional de Humanização do SUS e suas diretrizes para o acolhimento. Oficialmente, eles entram em atividade no dia 2 de setembro e farão jus a uma bolsa-auxílio de R$ 500,00 (quinhentos reais), além de auxílio-transporte. Eles trabalharão em turnos de quatro horas, sendo que nas UBS será das 7h às 11h ou das 13 às 17h, e nas UPAS das 7h às 11h, 11h às 15h ou 15h às 19h.

 

Instituições de acolhimento a idosos recebem qualificação profissional

Ascom/FWF

Visando a qualificação dos profissionais que atuam nas instituições de longa permanência, a Prefeitura de Teresina (PMT), por meio da Fundação Wall Ferraz (FWF), está realizando um ciclo de palestras e oficinas de artesanatos em algumas instituições da capital. Nesta primeira etapa, foram beneficiadas as instituições Flores de Maria, na zona Leste, e Manain, na zona Sul, e a meta é levar o projeto para outros locais que atuem nesta mesma área.

Nesta ação, as instituições recebem uma capacitação dirigida aos cuidadores, na qual é trabalhado o aspecto técnico do cuidado com a pessoa idosa, bem como a expectativa do direito. Já na segunda etapa, são os idosos que recebem orientações de como trabalhar com artesanato. Segundo Samara Pereira, superintendente executiva da Fundação Wall Ferraz, o objetivo desta ação é fortalecer a política de atenção à pessoa idosa em Teresina e surgiu após uma demanda posta pelas próprias instituições acerca da necessidade de profissionalizar os cuidadores que trabalham nos abrigos. “No ano passado realizamos o curso de cuidador de idoso, uma turma específica para essa área. E para o segundo semestre deste ano já estamos preparando um novo curso a fim de atender novas pessoas que desejam ingressar nesta área”, conta Samara Pereira.

Juntas, as instituições de longa permanência atendem 62 idosos, e os serviços são totalmente gratuitos, só que muitas pessoas que lá atuam são voluntárias, por isso a Fundação Wall Ferraz está investindo na qualificação profissional destas pessoas que já fazem um trabalho exemplar. Este serviço também está aberto para outras instituições, para solicitar, bastar que o gestor procure a sede da Fundação Wall Ferraz, que fica localizada na Rua Coelho Rodrigues, 900 (Centro/Norte).