SDU Centro Norte coletou mais de 4 mil toneladas de lixo em janeiro

Ascom/SDU Centro Norte

O descarte irregular de lixo em ruas e avenidas da cidade é um dos fatores responsáveis pela obstrução da passagem de águas naturais e entupimento de galerias e bueiros. Somente no mês de janeiro, a Superintendência de Desenvolvimento Urbano – SDU Centro/Norte recolheu mais de quatro mil toneladas de lixo na região, sendo 2.165,12 coletados manualmente e 2.035,30 toneladas recolhidas de forma mecanizada.

O gerente de Serviços Urbanos da SDU Centro Norte, José Neto, enfatiza que o trabalho de coleta e limpeza faz parte do trabalho diário da gerência, mas é preciso que a população evite depositar lixo de maneira irregular, especialmente em período chuvoso, para evitar transtornos. “Trabalhamos todos os dias para coletar lixo e assim proporcionar uma melhor qualidade de vida para os moradores da região”, enfatiza o gerente.

Dentre os serviços desempenhados pelos integrantes da equipe da SDU Centro Norte, estão os serviços de poda de árvores, capina, varrição e limpeza. A ação é promovida periodicamente pela equipe de limpeza da Gerência de Serviços de Serviços Urbanos (GSU) da Superintendência, composta por equipes de profissionais que se dividem de acordo com as demandas que surgem na comunidade.

A população precisa colaborar para evitar o acúmulo ou descarte irregular. A participação da comunidade é fator importante para evitar o acúmulo ou descarte irregular de lixo em áreas de proteção ambiental. O cidadão também pode ajudar e informar casos de depósito irregular através do aplicativo Colab ou entrando em contato com o Programa Lixo Zero pelos números 3226-2028 ou 99806-6171.

Teresina tem chuvas acima da média e Prefeitura monitora pontos críticos

Ascom/SDU Sudeste

As chuvas em Teresina estão ligeiramente acima da média e devem fechar fevereiro acima dos 230 milímetros esperados. Somente nos primeiros dias do mês já choveu o equivalente a 150 milímetros, o que representa uma distribuição irregular das chuvas, fenômeno que vem sendo registrado em várias cidades do país e do mundo.

Em Teresina, equipes da Prefeitura estão atentas e a Defesa Civil municipal está monitorando os pontos críticos para minimizar os danos e prestando assistências às famílias afetadas.

“O que tem acontecido é que as chuvas não estão bem distribuídas”, destaca o professor de Climatologia da Universidade Estadual do Piauí, Werton Costa, explicando que é como se a chuva de um mês chovesse em apenas um dia. “Na chuva do último dia 5 de fevereiro, um dos momentos mais críticos, por exemplo, choveu 83 milímetros em apenas 24 horas, esse é um volume considerado bastante alto”, completou.

Esse tipo de fenômeno não se restringe a Teresina. Um relatório recente do Conselho Consultivo Científico das Academias Europeias (EASAC) mostra que o clima se tornou mais volátil e mais extremo nos últimos 36 anos, com os eventos de inundações quadruplicando desde a década de 1980. Um dos casos mais recentes no Brasil está acontecendo em São Paulo nesta semana, em que as ruas da cidade se transformaram em verdadeiros rios.

Na capital, a Defesa Civil registrou 56 áreas de risco em toda a cidade e desenvolve um trabalho preventivo de monitoramento constante destas regiões mais críticas. Além disso, todas as SDUs realizam serviços para evitar possíveis transtornos em decorrência das chuvas intensas.

Na zona Leste da cidade, uma das mais afetadas pelas chuvas, a Superintendência de Desenvolvimento Urbano Leste (SDU-Leste) desenvolve um trabalho voltado para a “Rota das Chuvas”, percorrendo os pontos mais afetados da região e realizando serviços como limpeza e desobstrução de galerias de forma preventiva. O mesmo trabalho também é desenvolvido em outras regiões da cidade, como as zonas Sudeste, Norte e Sul, pelas SDUs de cada área.

Para evitar prejuízos maiores, durante todo o ano, a SDU Centro Norte mantém em dia a manutenção das bombas das estações. Todo o sistema funcionou durante as cheias dos rios que cortam a capital. Só nesta região, são 24 bombas aptas para atuarem nas estações de bombeamento.

Os trabalhos para minimizar problemas deste tipo podem ser reforçados com a ajuda da população, que também deve fazer a sua parte, realizando o descarte correto do lixo. “É fundamental o descarte correto do lixo, sobretudo nesta época do ano em que uma ação errada de depositar lixos em qualquer lugar pode ocasionar o entupimento de galerias e alagar inúmeras vias”, alertou o superintendente de Desenvolvimento Urbano Leste, João Pádua.

Obras do Programa Lagoas do Norte diminuem risco de alagamentos na região

Canal do Matadouro (Ascom/Programa Lagoas do Norte)

A zona Norte de Teresina era tradicionalmente a região que alagava quando as chuvas atingiam a cidade com mais força, provocando o desalojamento de milhares de pessoas. Essa realidade vem sendo modificada ao longo do tempo, principalmente porque uma das principais diretrizes do Programa Lagoas do Norte é reduzir o alagamento da região por meio de obras de drenagem.

Durante a forte chuva que caiu na cidade neste quarta-feira (05), as regiões beneficiadas na primeira fase do programa e as que vivem nos locais onde hoje estão acontecendo obras da segunda fase não tiveram problemas de alagamento. Atualmente, o PLN está fazendo investimento de mais de R$ 24 milhões em duas obras.

Uma delas é o Canal do Matadouro, no bairro Matadouro. Nesse local antes havia um córrego, utilizado para o acúmulo irregular de lixo, onde as famílias construíram casas em cima da passagem da água. O programa já realizou a construção de 3,4 km de rede de esgoto e mais de 400 ligações intradomiciliares. A parte de drenagem dessa obra está sendo finalizada e a urbanização já começou. Está sendo implementado calçamento com pista para caminhada, mas o projeto prevê ainda a instalação de playgrounds, bancos, lixeiras, iluminação pública, arborização e academia.

A dona de casa Eliane Ferreira de Carvalho, que mora há 39 anos nas margens do canal, atestou a eficiência da obra, mesmo ela ainda estando em execução. “Durante essa chuva nós fizemos a prova dos nove. A chuva foi muito forte e muito demorada, e percebemos que o canal funcionou mesmo. A água não chegou na nossa porta, nem invadiu as casas, não chegou nem próximo do que chegava antes. Então, estamos vendo que funcionou”, afirma.

A eficiência das obras também vem sendo percebida ao longo dos anos no trabalho da Estação Elevatória da Avenida Boa Esperança, construída para fazer o controle do nível da água das lagoas. Durante a chuva desta quarta, seis bombas da estação foram acionadas para retirar a água que chegou até a Lagoa dos Oleiros, drenando para o leito do rio Parnaíba. Esse trabalho permite que o nível da lagoa seja controlado, impedindo que ela avance.

Nesta segunda fase, o Programa Lagoas do Norte tem avançado na drenagem. Atualmente, quatro lagoas estão recebendo investimentos: Mazerine, Piçarreira, Oleiros e São Joaquim. A obra está concentrada na lagoa do Mazerine, agora. Esse investimento ultrapassa R$ 22 milhões. Em toda essa região serão feitas intervenções de drenagem e saneamento, tratamento das lagoas e urbanização de suas margens.

“São obras que vem avançando em bom ritmo. No Canal do Matadouro as famílias já sentem a melhoria no sistema de drenagem. Essa é o maior legado do Lagoas do Norte. Esse programa nasceu com esse intuito e segue trabalhando para que as pessoas que moram nessa região não sofram como no passado com as cheias dos rios e lagoas”, afirma Márcia Muniz, diretora geral do PLN.

 

Ação preventiva ameniza efeitos das chuvas na zona norte

Após as fortes chuvas que caíram em Teresina, na tarde de quarta-feira (5), o superintendente da Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU) Centro Norte, Carlos Daniel, e os técnicos do órgão visitaram, nesta quinta-feira (6) as regiões ribeirinhas e próximas às lagoas, que demandam atenção redobrada nos períodos com altos índices pluviométricos. Além desses locais, as equipes também percorreram as estações de bombeamento para verificar o nível das águas nesses locais.

De acordo com o superintendente da SDU Centro Norte, Carlos Daniel, a manutenção preventiva das estações de bombeamento ajudaram a evitar maiores problemas com a forte chuva de ontem. “Desde o início do período chuvoso, estamos fazendo a limpeza de galerias, bueiros e manutenção das bombas, por isso conseguimos um bom escoamento das águas da chuva”, disse.

Daniel reforça que os pontos que apresentaram problemas foram poucos, mas as equipes já estão em campo desde ontem resolvendo. “Precisamos mais uma vez alertar a população para que evite jogar lixo em terrenos baldios e nas vias públicas, pois quando chove esse material vai todo para as galerias e dificulta o escoamento da água”, acrescenta.

A gerente de Obras e Serviços da SDU Centro Norte, Patrícia Santos, reforça que a manutenção preventiva foi muito importante para evitar maiores transtornos. “O pontos mais críticos ocorreram porque as pessoas insistem em jogar lixo em locais inadequados e ainda estão aterrando as lagoas, com isso a água fica sem ter por onde escoar. Por esse motivo pedimos que as pessoas mudem seus comportamentos, porque somente assim conseguiremos evitar muitos problemas”, alertou.

A gerente ressalta que para resolver esse problema de drenagem a superintendência está projetando a construção de novas galerias em vários pontos da zona Norte. “O fechamento do Canal do Mocambinho, que terá a obra iniciada na próxima semana, é uma das medidas para resolver esse problema de escoamento de água na região”, diz.

Desde novembro do ano passado, momento em que as frequentes chuvas começaram a aparecer na capital, a superintendência vem atuando com medidas preventivas para evitar possíveis transtornos nas localidades próximas a rios e lagoas. Foram realizadas constantes vistorias, manutenção e monitoramento das estações de bombeamento e prestada toda a assistência social necessária para as famílias que tiveram algum transtorno com as chuvas.

Estações de Bombeamento

Durante todo o ano a SDU Centro Norte mantém a manutenção das bombas das estações. Todo o sistema funcionou durante as cheias dos rios que cortam a capital, evitando transtornos na região.

Só na zona Norte são 24 bombas aptas para atuarem nas estações de bombeamento, sendo 6 na Avenida Marechal Castelo Branco (Bairro Primavera), 9 na Avenida Boa Esperança, próxima ao Encontro dos Rios, e 6 submersas e 3 externas para casos emergenciais na Rua Santa Clara (no Dique do Rio Poti), atendendo as Vilas Mocambinho 1, 2, e 3, bairros Mocambinho e Santa Sofia.

Galeria da zona Leste tem 1,5km construídos e já mostra resultados

Com aproximadamente 1,5 quilômetros de extensão construídos, a galeria da zona Leste já está drenando as águas das chuvas que percorrem trechos das ruas Eustáquio Portela, Elvídio Ferraz, João XXIII, Alzira Pedrosa, Professor César Araújo e, posteriormente, o canal aberto que segue até a Avenida Raul Lopes e desemboca no Rio Poty. A medida visa garantir o perfeito escoamento das águas pluviais para evitar maiores transtornos com alagamentos.

Com investimento superior a R$ 49,4 milhões, a galeria é uma obra complexa e que terá 7km de extensão. Os recursos são oriundos da Caixa Econômica Federal, com contrapartida da Prefeitura de Teresina.

Ao longo dos trechos mencionados acima, a equipe de profissionais e engenheiros executaram escavações e a colocação de aduelas (estruturas pré-moldadas que constituem a estrutura final da galeria), garantindo o escoamento das águas das chuvas.

De acordo com o superintendente da SDU Leste, João Pádua, a construção da galeria já está garantindo o escoamento das águas pluviais nos trechos onde a galeria já foi construída. “Seguimos, de forma célere e efetiva, o cronograma de atividades dos serviços que foram executados na galeria. Nossa expectativa é de que no próximo período chuvoso a galeria esteja funcionamento em sua plenitude, permitindo a drenagem das águas nos principais pontos de alagamento da zona Leste”, explanou.

“A obra já passou de 1,5 quilômetros de extensão e com as chuvas que atingem a capital atualmente os serviços tiveram seu ritmo desacelerado, mas serão retomados normalmente após o período chuvoso. O resultado da construção da galeria trará inúmeros benefícios, mudando a vida de muitas pessoas que moram na região”, disse o superintendente executivo, Eng º Ângelo Cavalcante.

Lei de drenagem e ações preventivas integram a Operação Bonito para Chover

A Lei de Drenagem, sancionada em Teresina em 2015, já evitou que o equivalente a três vezes a vazão do Rio Parnaíba fosse para o leito das ruas durante as chuvas. A informação é da Semduh (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação), que está coordenando a Operação Bonito pra Chover, através da qual é feita uma série de intervenções na cidade, desde a limpeza de galerias ao cumprimento das leis municipais.

Desde que começou a ser aplicada, a lei de drenagem tem reduzido o volume de água nas ruas. Isso porque, cada obra de empreendimento com mais de 500 m² impermeabilização deve apresentar na Semduh um projeto de armazenamento e escoamento da água das chuvas.

“Uma forma de entender a quantidade de água já retida nesses cinco anos é observar o Rio Parnaíba. No período de verão ele tem uma vazão de 230 m³/s. Com a aplicação da Lei de Drenagem, poupou-se que uma a vazão equivalente a três vezes a do rio fosse para as ruas. É um volume significativo, que faz muita diferença nesse período de chuvas”, ressalta o secretário Marco Antônio Ayres.

Ele explica que a Prefeitura de Teresina tem realizado uma série de medidas para evitar alagamentos na cidade, a exemplo da instalação das estações elevatórias, que escoam a água das chuvas direto para os rios. Elas recebem as águas das regiões da Boa Esperança, do Dique do Mocambinho, do Piscinão, da Avenida Duque de Caxias e Vila Mandacaru.

Outra medida importante é a limpeza de galerias que é feita antes e durante o período chuvoso. “Já foram todas limpas e continuam sendo monitoradas durante esse período”, destaca Marco Antônio.

Ele informa ainda que a Prefeitura faz o monitoramento de 52 áreas de risco. A Defesa Civil Municipal de Teresina faz o mapeamento de demandas e o direcionamento das ações relacionadas às áreas mais críticas. “Estamos atentos e trabalhando para que os danos causados pelas chuvas, que são comuns em todas as cidades Brasil, estejam sob controle com ações diárias para minimizar os casos de inundações”, ressaltou o secretário da Semduh.

A população também deve ficar atenta e, em casos de risco por conta das chuvas, pode acionar a Defesa Civil pelo 153  ou o Corpo de Bombeiros no 193.

 

SDU Centro Norte faz podas em árvores para evitar acidentes

Ascom/SDU Centro Norte

Durante o período chuvoso, é importante que sejam feitas as podas das árvores para evitar que elas caíam e causem algum transtorno para as pessoas. Na zona Norte, a Superintendência de Desenvolvimento Urbano Centro Norte através da Gerência de Serviços Urbanos faz a poda das árvores em via pública, mas em terreno particular o proprietário deve fazer esse trabalho. Entretanto para podar as árvores é necessária a solicitação da licença ambiental junto à Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMAM).

O gerente de Serviços Urbanos da SDU Centro Norte, José Neto, explica que quando a poda é em via pública a Prefeitura providencia a licença ambiental, mas em caso de área particular a pessoa deve ir à Semam. “Em área privada o proprietário deve contratar a pessoa para fazer a poda, e é necessário ter a licença ambiental”, explicou.

Caso a árvore que necessite ser podada esteja próximo à rede elétrica, a Superintendência faz o ofício para a Equatorial Energia solicitando que a distribuidora faça a poda, mas o restante do corte deve ser feito pela equipe da SDU. “As nossas equipes trabalham diariamente fazendo esse tipo de serviço a fim de evitar transtornos para a população”, disse.

Todos os dias as equipes de podas da superintendência estão em campo. Neste período chuvoso, os esforços são redobrados, uma vez que aumentam as demandas e as árvores estão muito frondosas.

Para ajudar no trabalho da SDU, com reclamações, sugestões e informações, a população pode usar os números (86) 3215- 7451 ou ainda através do aplicativo C

olab. O horário de funcionamento do órgão é de 7h30 às 13h30, de segunda à sexta.

Equipes fazem serviços de prevenção para minimizar estragos provocados pelas chuvas

O período das chuvas chegou com intensidade e as Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDU), por meio de suas Gerências de Serviços Urbanos, estão percorrendo as principais galerias e bocas de lobo de Teresina. O trabalho preventivo, intitulado, tem o objetivo de limpar as entradas das galerias, promovendo a desobstrução dos canais para evitar alagamento das ruas em decorrência do acúmulo de lixo.

De acordo com o gerente de Serviços Urbanos da SDU Leste, Renato Lopes, a medida acontece sempre no período chuvoso. “Com o objetivo de garantir o perfeito escoamento das águas pluviais e impedir que o material sólido retido durante as chuvas cause maiores transtornos, estamos limpando as galerias dos bairros São João, São Cristóvão, Piçarreira e Morros. Após esse trabalho, que chamamos de Rota das Chuvas, voltaremos aos serviços normais que se encontram na programação semanal de limpeza”, declarou.

Ascom/SDU Leste

As galerias das ruas Fernando Pires Leal, Noronha de Almeida e alguns pontos da Avenida Kennedy, como a região da Maloca, por exemplo, estão recebendo os serviços de desobstrução.

Já na região norte da cidade, a SDU está realizando diariamente ações de manutenção de bombas e monitoramento das áreas próximas às lagoas do Mafrense, do São Joaquim, dos Oleiros e do Jacaré. Na região existem quatro estações de bombeamento: a primeira é a Estação da Boa Esperança, que fica na Lagoa dos Oleiros, próximo ao Encontro dos Rios; a segunda está localizada no Parque Ambiental Matias Matos; a terceira está nas proximidades do Hospital do Mocambinho, e a quarta fica na Avenida Marechal Castelo Branco, nas proximidades da Ponte da Primavera.

A manutenção nas quatro estações de bombeamento está garantindo o melhor escoamento das águas, dos bairros Mafrense, Poti, Parque Alvorada, São Joaquim, Nova Brasília; Parque Brasil e Mocambinho. “Estamos concentrando as nossas equipes nos locais de risco e fazendo ainda a vistoria em todas as bocas de bueiro da região. Lembrando que é importante que a população atente para o descarte correto do lixo, que é a principal causa desses entupimentos”, destaca o superintendente executivo da SDU Centro Norte, Márcio Sampaio.

A Gerência de Serviços Urbanos da SDU Sudeste também continua o trabalho de limpeza nas ruas, canais, praças e galerias. Na manhã desta terça-feira as equipes realizaram limpeza nas Avenidas Jose Francisco de Almeida, Noé Mendes, Joaquim Nelson, Jornalista Lívio Lopes, Desembargador Manoel Felício, bem como a manutenção de áreas verdes no Deus Quer. Complementando os serviços, as equipes estão na galeria da vila Washington Feitosa além de transbordo da avenida Boa Esperança e Dom Helder.

Ascom/SDU Sudeste

“As ações tem como objetivo diminuir os transtornos causados pelas chuvas, bem como evitar que o lixo acumulado e despejado equivocadamente em praças e avenidas sejam arrastados pelas águas fluviais provocando o entupimento desses locais. A intenção é evitar o alagamento desses lugares”, informou o gerente de Serviços Urbanos da SDU Sudeste, Isau Araújo.

O superintendente da SDU Sudeste, Evandro Hidd, explica ainda que as ações da Prefeitura e SDU sempre estão voltadas pra atender a população e resolver os problemas no menor espaço de tempo possível. “Estamos sempre acompanhando as áreas que estão sujeitas a alagamentos, bem como as que estão sendo realizados os reparos necessários devido às chuvas. Medidas necessárias e urgentes para que a população possa ter o menor impacto possível”, acrescentou.

Na avaliação do gerente de Serviços Urbanos da SDU Sul, Marcelo Mourão, o trabalho que vem sendo realizado pela superintendência nas últimas semanas, atuando na limpeza preventiva das principais galerias da região, tem surtido um efeito positivo. “Iniciamos a manhã andando em vários pontos considerados mais complicados em relação à drenagem e encontramos uma situação bem tranquila. Graças à limpeza realizada antes do início das chuvas”, ressaltou o gerente Marcelo Mourão.

O único ponto a apresentar uma condição que exigiu uma atenção maior da superintendência foi a gelaria localizada no bairro Areias, em frente a fábrica de bebidas. O próprio superintende da SDU Sul esteve no local acompanhando o trabalho das equipes de limpeza. “Vamos utilizar uma retroescavadeira para abrir as tampas da galeria, retirar todo o material que está impedindo a passagem da água e depois refazer toda a estrutura do local”, informou.

Descarte irregular de lixo

Por outro lado, a Prefeitura detecta, constantemente, o descarte incorreto de lixo em áreas públicas, verdes e de preservação ambiental. Evandro Hidd, reforça que, além das atividades realizadas pelas SDUs, é de suma importância que a população se conscientize a respeito do descarte inapropriado de lixo. “Precisamos que a população se conscientize de que o maior prejudicado acaba sendo ela. Precisamos nos monitorar e nos policiar quanto ao descarte do lixo para evitar que o problema volte pra nós”, enfatiza Evandro Hidd.

Sobre isso, o superintendente João Pádua também alerta a população para a importância de evitar o acúmulo ou descarte irregular de lixo em áreas de proteção ambiental. “Nosso maior objetivo, neste aspecto, é promover a conscientização das pessoas para que elas se sintam mobilizadas a participarem conosco das limpezas nos bairros. Juntos, podemos trabalhar com ações mais direcionadas com a finalidade de manter a nossa região mais limpa. Solicitamos também o apoio da população no sentindo de fazer o acondicionamento do lixo da maneira correta e também em evitar despejar materiais em praças e no meio de ruas e avenidas”, completou.