SMPM promove live sobre serviços essenciais como instrumentos de proteção à Mulher

Ascom/SMPM

“Serviços essenciais como instrumentos de proteção à Mulher”. Este será o tema do bate-papo virtual que contará com a participação da Secretária Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), Macilane Gomes e da Diretora Tesoureira do Conselho Regional de Farmácia do Piauí (CRF-PI), Joseana Leitão. A atividade que acontece, nesta sexta-feira (14), a partir das 18h, no instagram (@smpmteresina), faz parte da programação do aniversário de Teresina e do “Agosto Lilás”, mês de conscientização e enfrentamento da violência contra à mulher.

Como o ambiente farmacêutico tornou-se um dos serviços essenciais mais utilizados durante o período de isolamento social, foi pensada uma articulação estratégica sobre como esse serviço poderia contribuir como um instrumento de proteção às mulheres que estão passando por alguma situação de violência.

Em parceria com o Conselho Regional de Farmácia, buscou-se divulgar serviços como o “Alô Mulher Teresina”, central telefônica que além de oferecer atendimentos às mulheres em situação de violência e/ou vulnerabilidade na capital, disponibiliza também o serviço de acompanhamento a saúde mental, assistência social e protagonismo feminino. A ideia é que a divulgação aconteça na abordagem dos atendentes e balconistas das redes de farmácia com as mulheres que frequentam o local.

Segundo a Secretária da SMPM, Macilane Gomes, o serviço de farmácia pode se constituir facilmente como um espaço de orientação sobre a rede de atendimento às mulheres, bem como a serviços específicos que elas muitas vezes não possuem conhecimento.

“Nesse contexto de pandemia, em que a violência contra a mulher se potencializou ainda mais, pensamos em serviços essenciais estratégicos que poderiam auxiliar nessa proteção às mulheres. Através desses serviços, a ideia é dar visibilidade para esse problema tão grave, acionando as pessoas que trabalham nesses locais, para que ao ter contato com alguma mulher, e perceber qualquer sinal de violência, oferecer orientação, apoio e acionar a rede”, esclarece a secretária.

Para a Diretora Tesoureira do Conselho Regional de Farmácia do Piauí, Joseana Leitão, as mulheres que se encontram em situação de violência precisam saber que não estão sozinhas, que elas possuem uma rede proteção e amparo.

“As mulheres que estão passando por esse problema, precisam saber que existe essa rede de amparo. Queremos demonstrar que essa situação triste e difícil pode ser superada, e que existem canais como o “Alô Mulher Teresina”, que podem auxiliá-las nesse processo de superação”, finaliza a representante do Conselho Regional de Farmácia.

FMS promove amanhã (23) videoconferência para conscientização sobre Hepatites Virais

Em todo o Brasil, o mês de julho é marcado pela campanha de conscientização das Hepatites Virais. Em Teresina, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) promove videoconferência sobre vigilância e manejo das hepatites virais. A reunião virtual acontece nesta quinta-feira (23), a partir das 16h. A transmissão será pelo YouTube, na página DAB FMS Teresina.

A reunião tem como objetivo alertar a população, além de promover ações para intensificar a prevenção e o controle das hepatites virais em Teresina. A programação conta com a participação do Dr. Eric Basseti, membro da Sociedade Brasileira de Hepatologia, que apresentará a aula de epidemiologia e diagnóstico das hepatites virais B e C.

A enfermeira responsável pela Vigilância das Hepatites Virais da FMS, Marilene Oliveira, ressalta que durante todo o ano são realizadas ações educativas e de prevenção das hepatites virais, e no mês do Julho Amarelo os trabalhos são intensificados. “Neste ano, devido a pandemia, faremos uma reunião virtual, que além da participação de um especialista, também terá a contribuição de infectologistas da FMS. Será um momento de esclarecer informações e alertar a população para a importância sobre o assunto”, explica.

As hepatites virais são responsáveis por aproximadamente 1,4 milhões de mortes anualmente no mundo, sendo um grave problema de saúde pública no Brasil. Existem cinco tipos identificados de hepatite: A, B, C, D e E. As dos tipos A e E só se manifestam de forma aguda, e o paciente elimina o vírus do organismo depois da crise. Mas os tipos B, C e D podem se tornar crônicos e pedem mais atenção dos órgãos de saúde no mundo.

O Dr.Kelsen Eulálio, infectologista da FMS, é um dos mediadores da videoconferência e alerta sobre os perigos das hepatites virais. “No Brasil, as hepatites virais mais comuns são causadas pelos vírus A, B e C. É uma infecção que atinge o fígado, causando alterações leves, moderadas ou graves. Na maioria das vezes são infecções silenciosas, ou seja, não apresentam sintomas, o que reforça a necessidade de ir ao médico regularmente e fazer os exames de rotina que detectam os vários tipos de hepatites”, informa.

Em Teresina, os ambulatórios públicos especializados para o atendimento em hepatites virais são o Lineu Araújo e o Hospital Universitário. O Núcleo de IST/ Aids e Hepatites Virais também realiza ações de testagem em instituições, além da distribuição do uso do preservativo para a população.

Clique aqui para assistir a videoconferência.

Abrigos aplicam testes para controle da Covid-19 entre venezuelanos

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, os abrigos que receberam as famílias venezuelanas em Teresina vêm desenvolvendo diversas atividades informativas e de conscientização, acompanhamento em saúde e a aplicação de testes para detectar a doença. Atualmente, 163 venezuelanos ocupam os abrigos destinados pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas e 54 deles testaram positivo para a Covid-19. Um deles, paciente de 58 anos, veio a óbito e os demais 53 estão curados.

Em abril, a Semcaspi providenciou a transferência de 70 indígenas que estavam no abrigo CSU no bairro Buenos Aires para diminuir a aglomeração de pessoas e depois um outro espaço foi disponibilizado para receber famílias recém chegadas de outros estados, a fim de garantir um isolamento e testagem antes de adentrarem nos 3 acolhimentos disponíveis. “Desde o início da pandemia, as equipes dos abrigos de venezuelanos estão desenvolvendo uma série de ações de conscientização, com a distribuição de máscaras, produtos de higiene, exposição de cartazes na língua materna e palestras. A Semcaspi solicitou, junto à Fundação Municipal de Saúde (FMS), testes rápidos da covid-19. Uma primeira remessa de testagens foi feita em maio e outra em junho. Neste último, dos 78 testes aplicados, 54 deram positivados para a doença, que prontamente foram submetidos ao tratamento de saúde”, afirma Janaína Carvalho, secretária da Semcaspi.

Em uma destas ações, os migrantes receberam cartilhas informativas em sua língua materna “Warao” sobre cuidados e prevenção da doença. A distribuição das cartilhas ocorreu em uma palestra organizada pelas professoras Carmen Lima, Janaína Santos e Lílian Catenacci da Universidade Federal do Piauí (UFPI), em junho. O material foi traduzido com a ajuda dos indígenas Yovini Eulalio e Ignacio Perez. “Ao final da palestra, os representantes de cada abrigo receberam, além da cartilha, galões de álcool em gel e máscaras. Eles ficaram responsáveis por repassar para as demais famílias as instruções aprendidas na palesta e também distribuírem os itens que receberam”, disse a antropóloga Lílian Castelo Branco, coordenadora do abrigo instalado no antigo prédio do Emater.

Outra atividade realizada no abrigo foi um bate-papo virtual com o indígena Elemir Martins da etnia Guarani Ñandeva, residente do município de Caarapó, em Mato Grosso do Sul. Para a coordenadora do abrigo, o diálogo proporcionou a troca de experiência entre os grupos no que se refere ao enfrentamento da doença de acordo com a crença e a cultura indígena, e também para a maior conscientização quanto aos cuidados recomendados pelas instituições de saúde, aos quais parte tem resistência.

“Através desse diálogo, o Elemir tratou de alguns pontos das estratégias que eles têm adotado para a conscientização entre a comunidade, pois para eles tem sido muito complicado a compreensão, principalmente pelos mais idosos, que não compreendem a gravidade da doença. Então, os mais jovens estão engajados nesse trabalho de conscientização produzindo e distribuindo informações sobre a Covid-19. Fica mais fácil essa troca entre eles mesmos. Na cultura indígena é muito forte a questão da coletividade, então ele mostrou que por conta da doença, infelizmente eles teriam que adotar estas estratégias para que eles possam atravessar esse momento sem tantas perdas”, disse.

Um dos indígenas, com 58 anos, foi internado no HGV no dia 11 de junho e veio a óbito em 14 de julho. “No início dos sintomas, ele resistiu bastante a ir junto com a equipe para os serviços de saúde e a fazer um tratamento, o que gerou o agravamento dos sintomas. A equipe da secretaria acompanhou a família em todo o processo funerário. Todos os demais estão bem e não apresentam mais nenhum sintoma”, informou a secretária da Semcaspi, Janaína Carvalho.

Lagoas do Norte conscientiza moradores para evitarem aglomerações em parques

Após o aumento no número de pessoas se aglomerando no Parque Lagoas do Norte, especialmente registrado na última semana, o Programa Lagoas do Norte está adotando medidas de conscientização da população dos 13 bairros em que atua. As medidas buscam reforçar os decretos da Prefeitura de Teresina para estimular o isolamento social na tentativa de conter a disseminação do novo coronavírus na capital.

Na última semana, moradores utilizaram com frequência o campo de futebol, as quadras e os espaços de comercialização de alimentos. O maior fluxo se percebe no final da tarde. Por esse motivo, a direção do Programa Lagoas do Norte está adotando medidas para restringir o uso do parque, buscando conscientizar a população sobre o perigo de frequentar os espaços públicos, gerando aglomerações e se expondo ao risco de contrair e disseminar o vírus.

“São medidas necessárias para proteger a saúde da população. Estamos numa guerra. E nessa guerra, a medida mais eficaz é o distanciamento social. Mas estamos vendo ainda muitas pessoas frequentando as quadras, fazendo caminhadas, principalmente os jovens. Estamos pedindo que a população não vá aos parques. Estamos trabalhando junto com a Guarda Municipal, orientando as pessoas sobre o perigo a que elas mesmas se expõem. Vamos vencer essa guerra, mas é necessário que todos colaborem”, afirma Márcia Muniz, diretora geral do Programa Lagoas do Norte.

Entre as medidas estão isolar as quadras esportivas, ajustar o horário de funcionamento da iluminação do parque, fiscalizações da Guarda Municipal para orientar as pessoas. Além disso, um carro de som passará alertando a população e pedindo que as pessoas fiquem em casa durante a pandemia.

A Prefeitura de Teresina vem adotando inúmeras ações para evitar a contaminação e, assim, diminuir o número de pessoas infectadas pela covid-19. O sistema de saúde está sendo reforçado porque já se sabe que o número de casos tem tendência a aumentar progressivamente. As últimas medidas adotadas foi a suspensão do sistema de transporte público, funcionando apenas para o transporte de trabalhadores dos serviços essenciais, a prorrogação da quarentena e a prorrogação do retorno das aulas na rede municipal.

A população tem canais diretos de denúncias contra aglomerações e funcionamento irregular de serviços não essenciais. O cidadão pode ligar através dos números 153, (86) 3215-9317 ou falar diretamente com o WhatsApp da Guarda Municipal, por meio do número (86) 99438-0254. Ou pode ainda acessar o Colab para denunciar.

Agenda Teresina 2030 lança desafio de conscientização sobre violência doméstica durante o isolamento social

A Agenda Teresina 2030, departamento da Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação (SEMPLAN), lançou em seu Instagram o “Desafio ODS 5”, com o objetivo de incentivar as pessoas a compartilharem o seu conhecimento sobre violência doméstica e conscientizar os seguidores a fazerem denúncias sobre qualquer suspeita de mulheres vivendo nesta situação. (mais…)

Covid-19: Abrigos fazem trabalho de conscientização com os Venezuelanos

Ascom\Semcaspi

Técnicos da Fundação Cajuína responsáveis pela manutenção dos abrigos do CSU do Buenos Aires e do Piratinga, que estão acolhendo os venezuelanos em Teresina, fizeram uma série de atividades para explicar sobre o trabalho de prevenção devido à pandemia da Covid-19.

Nos últimos dias, os profissionais estiveram nos espaços colocando cartazes com ilustrações na língua original da etnia “Warao” e ministraram palestras explicando sobre a pandemia e as medidas tomadas pelo município. As equipes contaram com o apoio da Antropóloga Lilia Gabriela Castelo Branco e do professor venezuelano, Yovini Eulálio, que é morador de um dos abrigos.

De acordo com Mayra Veloso, gerente de Proteção Social Básica (GPSB) da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (SEMCASPI), as atividades diárias que estão sendo desenvolvidas nos abrigos fazem parte das medidas de conscientização da doença que foram tomadas pelo poder público nos últimos dias na cidade de Teresina.

“Cada abrigo tem uma equipe específica que faz o monitoramento diário das atividades que necessitam ser desenvolvidas dentro dos espaços. Estamos fornecendo toda a estrutura necessária para que seja feita da melhor forma possível e consiga fazer esse trabalho de prevenção com os venezuelanos“, disse a gerente.

Os venezuelanos tiveram acesso às informações sobre a doença através de vídeos e métodos de prevenção por meio de aulas de higienização das mãos, explicações sobre o isolamento social e de atendimento médico aos que apresentarem algum sintoma da doença.

“Nós mostramos vídeos e eles também tiveram acesso a outras informações com os venezuelanos que estão sendo acolhidos em outros estados. Fizemos ainda as palestras no espanhol e o professor Yovini Eulálio fez a tradução para a língua original deles, para que todos compreendessem o que estava sendo ministrado e adotassem uma nova rotina de cuidado e prevenção”, disse Maria Gorete, coordenadora do abrigo Piratinga.

Além das palestras, vários materiais explicativos foram espalhados pelos abrigos para que haja uma interiorização maior das informações e as crianças receberam alguns brinquedos educativos para manter as atividades lúdicas dentro dos espaços.

“Explicamos a proibição na entrada de pessoas que não foram chamadas pela coordenação dos abrigos e de maneira bem interativa sobre como se deve manter as mãos higienizadas, porque alguns deles ainda saem para comprar algum produto nos estabelecimentos comerciais da região. A equipe também conversou com eles sobre a necessidade de uma ajuda médica emergencial, caso algum sintoma seja constatado dentro do abrigo. Apesar da resistência inicial, eles acolheram todas as informações, perceberam a gravidade da pandemia e demonstraram cooperação”, explicou Ana Luiza Martins, coordenadora do Abrigo do CSU no bairro Buenos Aires.

Os migrantes indígenas da etnia Warao chegaram a Teresina no dia 13 de maio de 2019 e estão refugiados devido à crise econômica e política na Venezuela. Atualmente, 193 venezuelanos estão sendo acolhidos nos dois abrigos.

PMT usa carro de som para alertar população sobre o novo coronavírus

O uso de carro de som nos bairros é mais uma estratégia da Prefeitura de Teresina para conscientizar a população sobre o controle da pandemia do novo coronavírus. A medida reforça às pessoas a importância de ficar em casa para diminuir o risco de disseminação da doença, que poderá sobrecarregar os serviços de saúde.

Os veículos estão circulando em diversas regiões da cidade com mensagens educativas sobre os sintomas, as formas de transmissão e prevenção da doença. “A Prefeitura de Teresina e a Fundação Municipal de Saúde estão trabalhando para diminuir a contaminação de nossa população. Nossas unidades de saúde estão atendendo pessoas com sintomas do coronavírus. Mas, para não sobrecarregar o sistema de saúde, só procure a unidade se realmente estiver com os sintomas”, diz o alerta divulgado no carro de som.

Os principais sintomas do coronavírus são febre, tosse e falta de ar. As Unidades Básicas de Saúde de Teresina continuam atendendo urgências, vacinas, exames e entrega de medicamentos. Os demais serviços estão suspensos.

A transmissão do vírus acontece por meio de gotícula de saliva, espirro, tosse, catarro, toque, aperto de mãos e quando tem contato com objetos ou superfícies contaminadas. Por isso, para se prevenir, você precisa lavar bem as mãos com água e sabão frequentemente, evitar aglomerações e manter os ambientes ventilados.

Mais de duas mil toneladas de lixo irregular foram recolhidas na zona Sudeste em janeiro

Cerca de 29 mil toneladas de lixo irregular foram recolhidas pela Superintendência de Desenvolvimento Urbano Sudeste em 2019, com um gasto total de aproximadamente R$ 1,2 milhão. Neste ano, até dia 28 de janeiro, já foram recolhidas 2.304,89 toneladas na região, representando um custo de R$ 97.358,55.

Isaú Pereira, gerente de Serviços Urbanos da SDU Sudeste, relembra que o lixo irregular se trata de resíduos sólidos não depositados em áreas inadequadas ao descarte. “Temos feito o recolhimento em praças, avenidas, terrenos baldios e nas proximidades de galerias e campos de futebol. Isso é feito de forma mecanizada, com o uso de tratores e caçambas”, afirma.

Para evitar o descarte irregular, dez Pontos de Recebimento de Resíduos (PRR’s) na zona Sudeste estão disponíveis para a população depositar o lixo seco, resultados de capina, poda, materiais de construção, objetos velhos e demais utensílios que necessitem ser descartados em pequenas quantidades, de até 1m³por dia (tamanho de uma carroça).

Nos pontos é proibida a colocação de lixo orgânico, animais mortos e vísceras, resíduo industrial, entulhos em quantidade maior que 1m³, resíduo hospitalar, pilhas, baterias e aparelhos eletrônicos.

O superintendente da SDU Sudeste, Evandro Hidd, destaca a importância da conscientização da comunidade. “A SDU Sudeste possui um sistema operando de forma eficiente na limpeza das vias e áreas públicas e é, por isso, que esperamos contar com a ajuda da população no combate ao lixo irregular. Pedimos que os moradores façam o descarte correto do lixo e que denunciem, por meio do Colab ou na própria SDU, locais onde há o acúmulo de resíduos”, finaliza Evandro Hidd.

 

Confira os locais onde estão localizados os PRR’s na zona Sudeste:

– Rua 02 do Parque do Sol – Bairro Renascença (próximo aos trilhos);

– Rua Desembargador Antônio Santana com Rua 11 do Loteamento Manoel Evangelista – Bairro Novo Horizonte;

– Avenida Noé Mendes com Rua Carlotinha Brito – Bairro Renascença (em frente ao Restaurante Alto Sabor);

– Rua 30 com Rua Alexandre Gomes Chaves, próximo à Praça da Brita (BR-343) – Bairro Itararé;

– Rua das Flores com Rua Alto do Cocal – Bairro Gurupi;

– Avenida Joaquim Nelson com Rua Santa Mariana – Bairro Novo Horizonte;

– Rotatória da Avenida Noé Mendes com Desembargador Manoel Felício Pinto – Dirceu II;

– Rua José Matias Moedas com Rua Estudante Fábio Cézar (atrás da caixa d’água) – Residencial Frei Damião;

– Rua Dois com Rua dos Trilhos – Parque do Sol;

– Avenida Professor Camilo Filho com Avenida Jeú Sérvio – Residencial Alto da Ressurreição

 

Escola Municipal reduz casos de bullying com atividades de tolerância e empatia

Incentivando atitudes de solidariedade, cooperação, empatia e respeito, a Escola Municipal Professor Valter Alencar está combatendo a presença do bullying entre os alunos. A prática comum entre os jovens de apelidar como forma de brincadeira traz sérias consequências emocionais, causando, inclusive, a evasão escolar.

Na unidade de ensino, o bullying tinha ganhado espaço entre os adolescentes e para isso, a equipe gestora decidir intervir com estratégias de conscientização. O Projeto “Bullying não tem graça” busca promover a construção de uma cultura de paz, a partir do diálogo.

A gestora Gildenys Dias conta que a direção da escola registrou em 2018 mais de 160 casos de bullying entre os alunos e cerca de 60 estudantes sofriam e praticavam os abusos ao mesmo tempo. “Como a realidade do bullying está muito presente nas escolas, surgiu em nós uma grande preocupação, e por isso a criação deste projeto, com estratégias firmes para lidar com o fenômeno”, conta.

A partir dos casos evidenciados, a unidade de ensino promove palestras e dinâmicas com foco na tolerância e na empatia, quando os alunos são estimulados a se colocarem no lugar o outro. A equipe escolar disponibilizou ainda um canal para denúncias anônimas, onde a vítima pode denunciar seu agressor sem se identificar.

“Buscamos despertar em nossos alunos a conscientização de que o bullying não é brincadeira. Ele na realidade machuca e causa danos muitas vezes irreversíveis na vida de uma criança ou adolescente. Os responsáveis por acabar com este grande mal nas escolas são os próprios alunos, através de atitudes que promovam a paz”, alerta a pedagoga Kelly Cristina.

De acordo com a direção, após meses trabalhando os conceitos e a prática do respeito a partir de diálogos abertos, a escola tem conquistado um ambiente mais agradável, favorável ao aprendizado e ao convívio social. Segundo a diretora Gildenys, quase 100% dos alunos entrevistados para a pesquisa do projeto afirmam não mais sofrer e/ou praticar bullying. “Eles estão entendendo que não devem fazer com o outro o que não gostariam que fizessem com eles. Esse aprendizado sobre respeito é essencial para a escola que estamos construindo juntos”, conclui.

 

Alunos participam de ações motivacionais e de autoestima

Ascom/Semec

Alunos da Escola Municipal Luís Fortes participaram de palestra com o tema Valorização da Vida. Através de ações motivacionais, atividades lúdicas e discussão sobre atitudes e valores essenciais à vida como; amizade, compromisso, respeito e companheirismo, os acadêmicos de psicologia da Faculdade Maurício de Nassau, realizaram atividades lúdico-pedagógicas que buscam trabalhar a autoestima dos alunos e discutir temas como bullying e depressão.

A diretora da escola, Maria da Paz da Silva Moura Neves, estimulou os alunos a focarem na conquista de seus objetivos, valorizando suas qualidades. “Não deixem ninguém impedir vocês de realizarem seus sonhos. Tenham em mente que todos somos capazes e temos potencial. Não valorizem as críticas negativas”, ressaltou.

Como os professores e profissionais da educação fazem parte do universo dos adolescentes na maior parte do dia, o trabalho também teve a proposta de orientar esses profissionais, diretores e coordenadores pedagógicos sobre como detectar sinais de depressão em jovens e crianças e, desta forma, agir no sentido de auxiliar o aluno a superar o problema.