Permissionários do transporte individual de passageiros devem redobrar cuidados com a Covid-19

Ascom/Strans

Em Teresina, não há restrições com relação a atuação dos profissionais que trabalham com o transporte individual de passageiros. No entanto, a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans) vem seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e está orientando os condutores e usuários desse tipo de serviço para que redobrem os cuidados com a Covid-19.

Para os profissionais que utilizam o carro como meio de locomoção, a orientação é desligar o ar-condicionado e realizar as viagens com os vidros abertos. Além disso, os taxistas e mototaxistas devem realizar a higienização de seus veículos e dos capacetes regularmente. De preferência, após o término de cada corrida.

“Recomendamos que os profissionais desse tipo de transporte intensifiquem as prevenções para evitar a propagação da Covid-19. É importante também que os usuários façam o seu papel e só se desloquem de suas casas em casos de extrema necessidade. Quem pode, deve ficar em casa”, alerta o gerente de licenciamento e concessão da Strans, Rômulo Rêgo.

A Strans recomenda, ainda, que os passageiros obedeçam as recomendações básicas de higienização e evitem corridas compartilhadas, para coibir a aglomeração nos veículos.

Coronavírus: Cuidados com as compras de supermercados são essenciais

Ir ao supermercado se tornou uma das poucas atividades que muitos brasileiros estão fazendo fora de casa, no período de quarentena. E para que os riscos de ser contaminado pelo novo coronavírus sejam minimizados, é necessário que as pessoas tomem alguns cuidados, tanto dentro do próprio estabelecimento como quando chegar em casa.

A gerente de Vigilância Sanitária da Fundação Municipal de Saúde, Jeanyne Seba, conta que os supermercados já foram orientados a higienizar os carrinhos e cestas de compras dentro do estabelecimento, além de disponibilizar pias ou álcool gel 70% para que os clientes higienizem suas mãos. “O primeiro cuidado que é preciso ter, ao chegar no supermercado, é higienizar as mãos e pegar as cestas e carrinhos no lote de higienizados”, disse.

Ela alerta ainda que é importante que apenas uma pessoa por família possa ir ao supermercado, para evitar aglomerações nestes locais. “Se for uma mulher, é importante que se ela tiver cabelo longo, ela saia de casa com ele preso e sem usar qualquer adereço, como pulseiras, brincos, relógios. Para agilizar as compras, é importante que ela leve uma lista, e, ao passar suas compras, é indicado que não fale com o caixa e use cartão de crédito, para evitar que, tanto ela, quanto o funcionário do supermercado tenha contato com o dinheiro”, disse.

Jeanyne ressalta ainda que, ao chegar em casa, os cuidados devem continuar. “Ao chegar em sua residência, a pessoa não deve de maneira nenhuma entrar com calçados, deve deixá-los do lado externo. Todas as compras devem ser colocadas em cima de uma mesa que possa ser higienizada depois. Ela vai tomar um banho, enquanto outra pessoa arruma as comprar. Se ela mesma for arrumá-las, é importante que faça isso depois de banhada. As sacolas precisam ser retiradas, as embalagens, que puderem, devem ser higienizadas com água corrente, aquelas que não for possível necessitam ser pulverizadas, ou seja, limpas com uma solução que deve ser preparada com 3 colheres de sopa de água sanitária para um litro de água. As mercadorias como saco de feijão e arroz, por exemplo, devem ser pulverizadas ou limpas com um pano molhado com esta solução”, disse.

Já no caso das frutas e verduras, elas precisam ser lavadas em água corrente e serem colocadas de molho em uma solução de água sanitária, na proporção de uma colher de sopa para um litro com água. E depois devem ser lavadas.

Colaboradores da SDU Sudeste participam de roda de conversa sobre prevenção do coronavírus

Ascom/SDU Sudeste

Para orientar e tirar dúvidas dos colaboradores sobre o novo coronavírus (Covid-19), a Superintendência de Desenvolvimento Urbano – Sudeste realizou, na manhã desta quinta-feira (19), uma roda de conversa com a enfermeira Lígia Cabedo, do Núcleo Hospitalar de Epidemiologia do Hospital Universitário (HU).

Obedecendo às recomendações para evitar aglomeração, o bate-papo aconteceu em local aberto, com grupos reduzidos de pessoas, além do distanciamento e higienização dos assentos. Na ocasião, a enfermeira falou sobre as formas de contágio, medidas que devem ser adotadas para prevenir a doença, como funciona o período de quarentena, entre outros questionamentos levantados pelo público.

“O momento não é de pânico, mas de atenção às recomendações quanto às medidas de prevenção e controle da Covid-19. A população precisa ser esclarecida e orientada com relação aos cuidados que devem ter em seus ambientes de trabalho, em suas casas, higienização das mãos, etiqueta respiratória e especial atenção ao público de idosos. As medidas preventivas incluem a orientação correta e eficaz”, esclarece Lígia Cabedo.

Para Maria das Graças Carvalho, chefe da Divisão da Gerência de Controle e Fiscalização (GCF) da SDU Sudeste, a roda de conversa foi um importante momento de reflexão sobre os impactos do coronavírus na vida de toda a comunidade. “Achei interessante a parte que ela falou de que precisamos ter responsabilidade com o outro também. Por exemplo, sobre o uso da máscara, que quanto mais consumirmos o produto de forma desnecessária, mais falta haverá nas farmácias e supermercados, prejudicando a quem mais precisa, que são os profissionais de saúde e quem está realmente doente”, declara Maria das Graças.

O superintendente da SDU Sudeste, Evandro Hidd, também esteve presente na roda de conversa e destacou as medidas adotadas na rotina interna da superintendência. “Nós estamos tomando providências conforme as recomendações da Prefeitura de Teresina, que já decretou estado de emergência. Estamos alterando e flexibilizando os horários de atendimento e serviço, afastando colaboradores com mais de 60 anos e intensificando a higienização do espaço de trabalho. Tudo com o objetivo de minimizar os impactos e tentar garantir a segurança de todos”, finaliza Evandro Hidd.

Campanha “Janeiro Branco” discute cuidados sobre saúde mental

Para chamar atenção sobre os cuidados com a saúde, a campanha “Janeiro Branco” convida a população para refletir sobre temas e iniciativas capazes de inspirar e de estimular as pessoas e instituições sociais sobre saúde mental.

Teresina tem hoje uma rede especializada em cuidados de prevenção e atendimento em saúde mental. A Fundação Municipal de Saúde (FMS) conta com sete Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), voltados ao acolhimento de usuários com transtornos mentais severos e persistentes. Nestes locais, são oferecidos atendimentos médicos e psicossociais, além de serem desenvolvidas atividades em grupo, visitas domiciliares e outras ações que estimulam a integração social e familiar.

O psiquiatra Francisco de Brito explica que é fundamental discutir sobre o tema, pois ainda existe preconceito e falta de informação sobre doenças mentais. “É importante que haja uma conscientização a respeito disso. Antes as pessoas com transtornos mentais viviam isoladas, hoje não é mais assim. Como você pode ajudar um amigo ou familiar que sofre com uma doença mental, se você é mal informado? É essencial falarmos sobre isso. Por isso a campanha agrega muito”, esclarece.

Conheça a rede de assistência à saúde mental da FMS:

PROVIDA  – ambulatório especializado que atende especificamente pessoas que tentaram suicídio e que fica localizado dentro do Centro de Saúde Lineu Araújo. O local funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h e atende por demanda espontânea. Recentemente, a FMS ampliou a quantidade de psicólogos e psiquiatras que atuam nesse ambulatório.

Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) – atendem pessoas com transtornos mentais severos e possuem equipe composta por psiquiatra, psicólogo, enfermeiro, terapeuta ocupacional, assistente social e equipe de apoio. Nestes locais, são realizadas atividades em grupo, atendimentos individuais, oficinas terapêuticas e atendimento à família.

Unidades Básicas de Saúde – podem atender casos de transtornos mentais leves e possuem médicos e enfermeiros capacitados para esse tipo de atendimento. Se houver necessidade, na própria Unidade, a pessoa faz a marcação para se consultar com psicólogos e psiquiatras nos ambulatórios espalhados em Teresina.

SAMU 192 – Em caso de urgência psiquiátrica, como surto psicótico ou tentativa de suicídio, a população pode acionar o SAMU, por meio do número gratuito 192 ou ir por meios próprios para o Hospital Areolino de Abreu, que possui psiquiatras 24 horas e é o hospital referência em atendimento de urgência psiquiátrica. Outra opção é se dirigir aos CAPS.

Centro de Valorização da Vida (CVV) – telefone 188; Centro Débora Mesquita (CDM) – telefone: (86)99827-3343/ 98894-5742;  e Grupo Apoio Contato e Esperança (GRACE) – telefone: (86)3237-0077/3237-0202 são organizações filantrópicas que contribuem com a prevenção e posvenção do suicídio em Teresina.

Atenção e cuidados no trânsito devem ser redobrados no período chuvoso

Ascom/Strans

A partir do mês de janeiro começa o período chuvoso em Teresina, por isso os condutores devem redobrar a atenção no trânsito e providenciar a manutenção dos veículos. Alguns cuidados são necessários como conferir os pneus, freios, suspensão, limpador de para brisa e fazer regularmente a calibragem, além do alinhamento e balanceamento.

O gerente de operação e fiscalização da Strans, Denis Lima, explica que durante as chuvas os condutores devem ser cautelosos no trânsito, uma vez que a visibilidade da via fica comprometida.

“Dependendo da intensidade da chuva, a visibilidade da pista fica um pouco comprometida. Por isso, é importante redobrar a atenção, diminuir a velocidade para que se tenha tempo suficiente caso seja necessário frear o veículo. Não podemos esquecer também de ligar os faróis. Essas medidas são essenciais para evitar acidentes”, afirma o gestor.

Um dos cuidados que motoristas e motociclistas devem ter também é com os pedestres. Denis Lima lembra que arremessar água e detritos nas pessoas e em outros veículos é infração de trânsito, que custa R$ 130,16.

“Infelizmente, algumas pessoas têm essa má conduta de jogar água nos pedestres e em outros veículos de propósito. Lembramos que é uma infração média e o condutor está sujeito a 4 pontos na CNH. Então, vamos respeitar quem estiver transitando pelas ruas”, declara.

Teresina tem quase 150 mil cães e gatos, aponta Censo Animal da FMS

Ascom/FMS

Quase 150 mil cães e gatos em Teresina. Este é o número estimado pelo primeiro Censo Animal, divulgado hoje (18) pelo Centro de Zoonoses de Teresina. A pesquisa teve como objetivo dimensionar a população canina e felina do município e utilizar os dados obtidos para fomentar campanhas educativas e de saúde.

A pesquisa aponta um total de 148.943 animais na cidade, dos quais 111.987 são cães e 36.956 são gatos, entre domiciliados, semidomiciliados e animais de rua. O resultado leva a uma média de um cão para cada 7,7 habitantes da capital e um gato para cada 23,23 teresinenses. Ainda segundo o censo animal, 47,1% das residências em Teresina possuem um pet, sendo 37,6% com cachorros e 14,7% com felinos.

Conforme explica Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses da Fundação Municipal de Saúde (FMS), a metodologia utilizada seguiu os mesmos parâmetros que o Levantamento Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRA), no qual é usada uma amostragem para mensurar e calcular os resultados obtidos.

“Aplicamos um questionário, por meio dos formulários do Google, em 12.289 residências. Após a aplicação deste questionário, os dados foram tabulados, analisados e também validados por um profissional da área de estatística”, explica. De acordo com este método, a população de rua é estimada em 3% do número de animais domiciliados, o que leva a cerca de 3.360 cães sem um tutor responsável por eles.

A gerente chama atenção para o número de animais com acesso à rua, que pode levar a perigos como doenças, atropelamentos, envenenamento e agressão. “Em relação aos felinos, nós constatamos que 68,84% deles têm acesso livre à rua. É um percentual muito alto, e para reduzir o indicador você pode castrar o animal e reproduzir em casa um ambiente parecido com o que seu instinto vai procurar na rua”, diz Oriana Bezerra.

“Já em relação aos cães, constatamos que 22,74% têm acesso à rua acompanhado por um responsável, e 26,46% são soltos na rua pelos próprios tutores, um dado que nos surpreendeu. Lembramos que esta é uma conduta inadequada, pelos riscos e também porque o código sanitário proíbe que eles andem nas vias desacompanhados e sem proteção como focinheiras, para evitar agressão às pessoas”, alerta a gerente de Zoonoses.

O Censo Animal também apontou dados relativos à castração, que tem aumentado desde a implementação do programa da FMS em parceria com a Universidade Federal do Piauí. “A gente observou que a porcentagem de cães castrados é bem menor que a de felinos”, afirma Oriana Bezerra. Ela conta que, dentre os cães, 3,96% dos machos e 8,25% das fêmeas são castrados, uma diferença de mais de duas vezes entre os sexos, o que não acontece com os gatos, que apresentaram 12,35% dos machos e 18,44% das fêmeas esterilizados – uma relação equilibrada.

O levantamento também apurou dados em relação a reprodução e zoonoses, o que possibilitará a adoção de estratégias de controle sanitário e prevenção. “Os dados irão servir como direcionamento para um trabalho educativo relacionado à posse responsável, a importância da castração e de se manter os animais dentro dos domicílios, bem como melhorar indicadores”, finaliza a gerente.

Enfermeiros dos hospitais passam por atualização nos cuidados com feridas

Ascom/FMS

O sistema de saúde pública está sempre se atualizando em relação às novas técnicas de cuidados. Para isso, hoje (28), os enfermeiros dos hospitais do município passaram por uma atualização na área de estomias, feridas e curativos.

Segundo Edna Lima, chefe do Núcleo de Avaliação e Monitoramento Hospitalar da Fundação Municipal de Saúde, o evento foi direcionado aos os enfermeiros e técnicos de enfermagem que manejam paciente dos leitos e ambulatórios com feridas ou com bolsa de colostomia. “Este foi um primeiro momento, e logo faremos um segundo com os profissionais do Lineu Araújo, que mantém um programa de ostomizados e de cuidados com o pé diabético”, informou ela.

Durante a conversa, os participantes foram apresentados aos produtos disponíveis no mercado para os cuidados de feridas. “São produtos que atendem as necessidades do nosso paciente dentro do custo benefício que também atenda as possibilidades de aquisição da rede para suprir essa rede”, esclareceu Edna Araújo. Na oportunidade, eles também foram orientados quanto ao manejo do material que vai facilitar o cuidado de pacientes com feridas ou com bolsa de colostomia.