SMPM realiza roda de conversa sobre saúde mental no Florescer Sul

A Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), levou nesta quinta-feira, 12, uma roda de conversa sobre saúde mental até o serviço Florescer Sul, no bairro Promorar, em alusão a campanha Janeiro Branco: “A Vida Pede Equilíbrio”.

Fotos: Ascom SMPM

A técnica do núcleo de articulação, Betina Barros, explicou a importância da ação durante a campanha Janeiro Branco.

“No evento de hoje reforçamos a importância de falar sobre saúde mental durante todo o ano, reforçando a temática abordada pelo Janeiro branco 2023, que é: a vida pede equilíbrio. Discutimos com as mulheres do florescer estratégias e hábitos que podemos adotar no dia a dia para que possamos estar bem, uma vez que o nosso bem estar interfere diretamente nas nossas atividades diárias, pois saúde vai além da ausência de doenças”, enfatizou ela.

A Larissa Sousa ressaltou a necessidade de falar sobre e praticar o autocuidado. “Falamos aqui sobre a importância do autocuidado e do autoconhecimento, destacando que até mesmo fatores externos podem afetar diariamente o nosso bem-estar. E esse cuidado com a nossa mente também faz diferença na nossa qualidade de vida e foi isso que tentamos passar para essas mulheres hoje”, destacou ela.

Durante a roda de conversa também foi realizada uma dinâmica com as mulheres com o intuito de mostrar as mulheres sua importância, a necessidade de olharem a si mesmas com mais amor, carinho e cuidado.

A SMPM irá levar para todas as unidades do serviço Florescer rodas de conversa para discutir e falar abertamente sobre a importância da saúde mental, durante todo o mês de janeiro. O próximo encontro será no Florescer Salobro, na zona rural da capital.

Serviço Florescer abre inscrição para receber mulheres em situação de vulnerabilidade

A prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM), abriu as inscrições para o ingresso de mulheres em situação de vulnerabilidade no serviço Florescer.

A coordenadora do Florescer Sul, Laryssa Sousa, explica como as mulheres da região podem se inscrever no serviço. “Estamos fazendo esse acolhimento e inserindo novas mulheres, que são mulheres na comunidade, juntamente com suas crianças, se for o caso. Elas podem vir aqui no serviço Florescer e a partir daí vamos desenvolvendo as atividades durante o ano.”, explicou .

Para o processo de inscrição é necessário que as mulheres levem até o serviço disponível em sua região alguns documentos. A coordenadora do Florescer Salobro, na zona Rural de Teresina, Francisca Araújo, destaca quais são eles, “Para que as mulheres possam inscrever a gente solicita que elas levem a sua identidade, o CPF, um comprovante de residência e caso ela queira inscrever seu filho é necessário que traga a certidão de nascimento da criança.”, completou.

As inscrições começaram no dia 04 janeiro e seguem durante todo o ano de 2023, enquanto tiverem vagas, elas podem ser feitas nas sedes do serviço Florescer nas respectivas regiões da cidade. Confira o horário de funcionamento:

– Florescer Norte: de 8h às 11h e de 13h às 16h
– Florescer Sul: de 8h às 11h e de 13h às 16h
– Florescer Salobro (Zona Rural): de 7h30min às 16h30min
– Florescer Sudeste: Inicia a partir do dia 01 de fevereiro

Feminicídio em Teresina: Mulheres negras são as principais vítimas, aponta estudo da SMPM

A Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), irá lançar nesta sexta-feira,02, um boletim produzido pelo Observatório da Mulher Teresina, durante o seminário “Eu vou Cantar Até o Fim”. O documento traz dados atualizados sobre a violência contra a mulher em Teresina e revela que as mulheres negras são as principais vítimas de feminicídio na capital.

A técnica do Observatório Mulher Teresina, Suzianne Santos, chama atenção também para a faixa etária das mulheres vítimas de mortes violentas intencionais.

“A gente observa que a maioria das mulheres assassinadas brutalmente são negras, considerando pretas e pardas, sendo que esse número foi maior principalmente no feminicídio. No feminicídio 71,43% das mulheres assassinadas eram negras e nas demais mortes violentas esse número chega a 60%. Chama atenção o aspecto da faixa etária, porque nas demais mortes violentas intencionais observamos uma predominância do assassinato de mulheres jovens, no feminicídio predomina a faixa etária de mulheres adultas negras”, explica a profissional.

A secretária Municipal de Políticas Públicas para Mulheres, Gabriela Rodrigues, explica que a sistematização de dados é necessária para melhor formulação de políticas públicas mais efetivas.

“O boletim traz dados sobre as zonas da cidade, horas, dias e turnos em que as denúncias acontecem. Dados sobre como a violência doméstica atinge de diferentes maneiras mulheres brancas e negras. Eles são extremamente importantes para que possamos trabalhar em cima deles e formularmos políticas públicas que atendam de diversas maneiras as mulheres da nossa cidade”, detalhou a secretária.

A cerimônia leva o nome de um trecho da música “A Mulher do Fim do Mundo” da artista Elza Soares, que usou sua voz para abordar temas como a fome, o racismo e a violência. O evento acontece nesta sexta-feira, 02, no auditório de Pós-graduação do CCHL-UFPI, a partir das 08h da manhã.

O evento contará ainda com dois painéis de discussão. O primeiro contará com a apresentação dos dados com as palestrantes Suziane Santos, do Observatório Mulher Teresina-SMPM, Patrícia Lima de Medeiros, do Núcleo de Estatística e Análise Criminal – SSP-PI, Nathalia Sampaio Figueiredo – Delegacia de Feminicídio. O segundo irá abordar a prevenção aos feminicídios, com as palestrantes Dra. Eugênia Villa (SSP-PI), Dra. Rossana Marinho (ENGENDRE-UFPI), Me. Bárbara Johas (ENGENDRE-UFPI) e Dra. Marília Passos (ENGENDRE-UFPI).

Prefeitura dá início à campanha 21 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres

A Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), vai iniciar a campanha 21 Dias de Ativismo pelo fim da violência contra as mulheres. Mundialmente, a campanha é chamada de 16 Dias de Ativismo mas, no Brasil, ela inicia dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, pois considera a dupla vulnerabilidade da mulher negra, e segue até o dia 10 de dezembro, totalizando 21 dias.

Durante esse período, a SMPM irá promover atividades que buscam conscientizar a população, além de agentes públicos e privados, sobre os diferentes tipos de agressão contra meninas e mulheres em Teresina. Serão executadas palestras em empresas privadas, panfletagens em locais públicos e órgãos municipais, rodas de conversas sobre violência e raça nos serviços Florescer e Creg, além do lançamento de um boletim, em parceria com a Secretária de Segurança Pública do Piauí, com dados atualizados sobre a violência de gênero em Teresina.

A secretária municipal da SMPM, Gabriela Rodrigues, destaca algumas ações que serão realizadas durante a campanha. “Teremos o lançamento de um boletim no seminário ‘Eu vou Cantar até o fim! ’, em parceria com a Secretaria de Segurança Pública do Piauí, universidades e outros órgãos de enfrentamento, com dados atualizados sobre a violência doméstica em Teresina. Também teremos uma ação que vai falar sobre interseccionalidade com a Guarda Maria da Penha, que faz o acompanhamento de mulheres que possuem medidas protetivas de urgência. Faremos também panfletagem em espaços públicos e nas secretarias da Prefeitura de Teresina, buscando informar e conscientizar toda a população a respeito do enfrentamento a violência”, explicou a secretária.

As atividades da campanha 21 Dias de Ativismo começam, a partir desta terça-feira, 22, com uma panfletagem, no Centro de Teresina e uma roda de conversa sobre violência e raça no serviço Florescer Sudeste. A agenda completa está disponível nas redes sociais da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres.

Laboratório Raul Bacellar realiza Dia D em alusão ao Outubro Rosa

Laboratório Raul Bacellar realiza Dia D em alusão ao Outubro Rosa. Foto (Ascom/Fms)

No mês de conscientização sobre a importância da prevenção e o diagnóstico precoce dos cânceres de mama e do colo do útero, a central de laboratórios do município realizou, esta semana, ações de prevenção. Foi realizada palestra ministrada pela médica ginecologista e citologista Fernanda Márcia Aguiar e Silva, chefe do núcleo de citologia da Central de laboratório,

Foram apresentadas medidas de conscientização, prevenção e diagnóstico do câncer de mama, que é a primeira causa de mortalidade por câncer ginecológico no sexo feminino no Brasil. Durante a ação foram distribuídos panfletos educativos referentes ao câncer de mama e realizada sessão interativa para esclarecimentos de dúvidas das servidoras. Também foi realizada gincana para incentivar o aumento da autoestima.

“Nós, mulheres temos mais fatores de riscos para desenvolver o câncer de mama e na central de laboratório mais 80% dos colaboradores são do sexo feminino. Por isso a importância da ação, na qual as servidoras foram estimuladas a fazer o exame de mamografia e citologia do colo do útero. Também incentivamos as servidoras a manterem o estilo de vida saudável como forma de prevenção”, falou Lilibeth Sales, diretora do Laboratório Raul Bacellar.

UBS Poty Velho realiza Dia D de consultas voltadas para as mulheres

O mês de Outubro já é conhecido mundialmente como um mês marcado por ações afirmativas relacionadas à prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama e de útero. Em alusão ao mês rosa, a Unidade Básica de Saúde (UBS) do Poty Velho vai realizar amanhã, 21, de 13h às 17h, o Dia D de consultas e exames voltados para o público feminino.

Na ação serão feitas consultas médicas, de enfermagem, encaminhamentos para mamografias, exames citopatológicos. Além de vacinação, roda de conversa sobre saúde da mulher e práticas integrativas. “Faremos auriculoterapias, ventosaterapia, aromaterapia”, explica Edna Albuquerque, enfermeira da UBS.

As citologias são voltadas para mulheres de 25 a 64 anos, já os encaminhamentos para mamografia são voltados para mulheres de 40 a 69 anos principalmente. Toda mulher com 40 anos ou mais de idade deve procurar um ambulatório, centro ou posto de saúde para realizar o exame clínico das mamas anualmente, além disso, toda mulher, entre 50 e 69 anos deve fazer pelo menos uma mamografia a cada dois anos. O serviço de saúde deve ser procurado mesmo que não tenha sintomas.

SMPM leva atendimento para zona Sul, por meio do Centro de Referência Itinerante


A Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres, em parceria com a Coordenadoria Estadual de Políticas para as Mulheres, irá levar atendimento especializado, nesta quinta-feira, 18, para os moradores da zona Sul da capital, por meio do Centro de Referência Itinerante. As atividades serão desenvolvidas no Centro Esportivo Unificado Ana Maria Rego – CEU Sul, no bairro Portal da Alegria.

Durante a ação, a segunda no mês de agosto, serão oferecidos serviços de assistência jurídica e odontológica, emissão de primeira via de RG, atividades lúdicas para crianças, além de orientações a respeito da violência contra a mulher.

Daniele Batista, do Núcleo de Articulação da SMPM, ressalta a importância de levar assistência itinerante até a população. “É uma forma de levar até a comunidade os serviços da rede de atendimento e enfrentamento a violência contra a mulher, e também aproveitar a campanha ‘agosto Lilás’ para conscientizar a população acerca da violência contra a mulher. ”, explicou ela.

A prestação de serviços acontece no Centro Esportivo Unificado Ana Maria Rego – CEU Sul, no bairro Portal da Alegria, com assistência das 8h às 13h30. O acolhimento de mulheres em situação de vulnerabilidade, por meio do Centro de Referência Itinerante, é uma das ações importantes executadas pela SMPM durante a campanha Agosto Lilás.

SMPM alerta para importância da conscientização da violência contra a mulher no Agosto Lilás

Abertura da Campanha Agosto Lilás, no auditório da OAB. Foto (Ascom/SMPM)

Durante todo o mês de agosto, a Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres (SMPM), promoverá ações de conscientização sobre a violência doméstica com atendimento especializado a essa parcela da população.

Nesta segunda (1), no auditório da Ordem dos Advogados do Piauí (OAB-PI), representantes da Coordenadoria Estadual de Política para para Mulheres, da Comissão da Mulher Advogada, do Instituto da Mulher Negra no Piauí e da Secretaria Municipal de Políticas Pública para Mulheres, se reuniram na abertura da Campanha Agosto Lilás, para promover o enfrentamento a violência doméstica e familiar contra a mulher.

A Secretária Municipal, Gabriela Rodrigues, destaca a importância da campanha.

“É um evento que veio marcar a importância desse mês, da Lei Maria da Penha que este ano completará 16 anos. Um instrumento extremamente importante no que se refere à prevenção e enfrentamento da violência contra as mulheres”, afirma, Gabriela.

A presidente do Instituto da Mulher Negra no Piauí, Alda Regina, ressaltou a urgência do enfrentamento a violência doméstica e a necessidade de que mulheres ocupem espaços de poder.

“Tudo é urgente para nós, tudo tem que ser agora. Porque a violência contamina as pessoas, e as pessoas naturalizam a violência. A gente morre todos os dias. Tem que ter representatividade, que mais mulheres possam estar em espaços de poder e pensando em uma mudança para dentro de si e para fora ”

A campanha Agosto Lilás trabalha com atividades de sensibilização e conscientização sobre o problema. A ação foi desenvolvida em referência ao aniversário da Lei Maria da Penha e o que ela representa. Ela surgiu da necessidade de inibir casos de violência doméstica no Brasil. O nome é em homenagem à farmacêutica cearense Maria da Penha Maia Fernandes, que sofreu agressões do ex-marido por 23 anos e ficou paraplégica, após uma tentativa de feminicídio. O julgamento do caso demorou, na época, pela ausência de uma legislação que atendesse claramente os crimes contra a mulher.

Secretaria da Mulher e SSP-PI firmam parceria de compartilhamento de dados sobre violência de gênero na capital

 

Secretaria da Mulher e SSP-PI firma parceria de compartilhamento de dados sobre violência de gênero na capital. Foto ( Ascom/SMPM)

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) e a Delegacia de Polícia Civil, assinaram na última sexta-feira (15), um termo de cooperação para compartilhar a base de dados acerca do panorama da violência de gênero em Teresina. A parceria com a Secretaria de Segurança do Piauí (SSP-PI) contribui para o fortalecimento de ações para o combate à violência contra a mulher.

Os dados serão compartilhados pelo Observatório Mulher Teresina, vinculado à Prefeitura de Teresina. O OMT consiste em um espaço para o desenvolvimento de estudos e pesquisas sobre a realidade das mulheres teresinenses.

Por meio da parceria, será possível realizar um mapeamento da violência contra mulher na capital. A secretária Gabriela Rodrigues afirma que a parceria é importante para criar políticas públicas de gênero baseada em evidências.

“Conseguimos traçar estratégias e também ações cada vez mais fortes para as mulheres e saber como enfrentar a violência de forma mais sistêmica”, afirma, Gabriela Rodrigues.

O delegado João Marcelo, acredita que essa parceria pode solidificar o trabalho da Polícia Civil para mitigar o problema da violência contra mulheres na capital.

“Com o trabalho feito no OMT, o processo de informação sobre a violência de dados sobre a mulher poderá ser fortalecido e também melhorar a comunicação entre as instituições acerca desses dados”, destaca, o delegado.

A Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI) esteve presente durante a assinatura do termo. O secretário Rubens Pereira pontua que a medida pode propiciar uma maior adesão de instituições e órgãos para o enfrentamento à violência.

“A medida que fortalecemos a disponibilização desses dados, também provocamos que a sociedade possa se engajar contra todas as violências”, ressalta, Rubens Pereira.

Procure o Creg

Mulheres em situação de violência podem procurar o Centro de Referência Esperança Garcia (CREG). O local atende mulheres em situação de violência doméstica, familiar e de gênero, residentes em Teresina, com idade de 18 a 59 anos, oferecendo assistência jurídica, social e psicológica, além de ofertar Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) e cursos de capacitação profissional.

As mulheres podem ser encaminhadas pela rede de enfrentamento a violência contra a mulher ou acessar diretamente o serviço. As mulheres acompanhadas pelo CREG que possuem Medida Protetiva são monitoradas pela Guarda Maria da Penha. Este atendimento visa a sua proteção e contribui para o empoderamento da mulher.

Onde nos encontrar?

R. Benjamin Constant, 2170 – Centro Norte
Segunda à Sexta, das 08:00 às 17:00
(86) 3233-3798 / 99416-9451

Dr. Pessoa lança pedra fundamental da Casa da Mulher Brasileira em Teresina

O prefeito de Teresina, Dr. Pessoa, realizou, nesta sexta-feira, 25, o lançamento da pedra fundamental da Casa da Mulher Brasileira. A solenidade contou com a presença da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Cristiane Britto, e também de outras autoridades, como o Major Diego Melo, representando o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, do senador Elmano Ferrer, da deputada federal Margarete Coelho, do presidente do Tribunal de Justiça do Piauí, desembargador Oliveira e demais autoridades.

Prefeito Dr. Pessoa, ministra Cristiane Britto e equipe no descerramento da placa / fotos: Lucas Dias – Semcom

A Casa da Mulher Brasileira tem por objetivo facilitar o acesso dessas mulheres aos serviços especializados de atendimento, de forma a garantir condições para o enfrentamento da violência vivenciada, o empoderamento da mulher e sua autonomia econômica.

“É uma obra que almejamos desde o plano de governo e hoje podemos começar a tornar realidade. Estou feliz em ter a ministra Cristiane Britto, para juntos darmos o ponta pé inicial nesta obra que vai ajudar muito as mulheres, principalmente as vulneráveis. Estamos reunindo todos os poderes para garantir um atendimento de qualidade e que supra as necessidades das mulheres”, afirmou Dr. Pessoa.

O superintendente das Ações Administrativas Descentralizadas (SAAD) Centro, Roncalli Filho, afirmou que a obra tem a previsão de conclusão no prazo de 12 meses. O gestor realizou um intenso trabalho junto à Secretaria Municipal de Planejamento (Semplan) para concluir a parte burocrática e já conseguiu a liberação para iniciar a construção da estrutura.

“Conseguimos sanar, com a ajuda da Semplan, todas as pendências em relação a esta obra, já conseguimos a autorização para o início da obra e os trabalhadores já vão começar no sábado (amanhã). Ficamos muito felizes, é um equipamento importante que vai dar atendimento para mulheres em situação de violência. Terá delegacia, promotoria, defensoria, atendimento psicológico e abrigamento. Fazemos o compromisso de entregar essa obra no prazo de oito meses”, destacou Roncalli Filho.

Segundo Roncalli Filho, está previsto no programa não só a construção como também toda a equipagem do local com mobiliário e instrumentos para o desenvolvimento das atividades.

A ministra Cristiane Britto, destaca que, no Piauí, há uma rede de combate à violência contra a mulher que vem funcionando de forma positiva, e com a Casa da Mulher esses atendimentos serão mais ágeis.

“É um local que irá reunir vários serviços para otimizar o atendimento à mulher. É chegar e buscar ajuda para sair do ciclo da violência. A rede de combate à mulher no Piauí funciona muito bem, lamentava aqui não ter uma. E me emocionei muito com o cumprimento do Tribunal de Justiça de trazer para esta Casa uma Vara de medida protetiva para essas mulheres”, destacou a ministra.

A Casa da Mulher

Uma unidade da Casa da Mulher Brasileira, projeto do Governo Federal que disponibiliza um espaço especializado para atendimento às mulheres em situação de violência, será instalada em Teresina.

A proposta prevê a construção de uma estrutura do modelo tipo II, e está orçada no valor de R$ 5.491.678,83 por meio de recursos da OGU e contrapartida da Prefeitura de Teresina.

O serviço inovará a política pública na cidade por integrar, ampliar e articular os equipamentos públicos disponibilizados para as mulheres.

O espaço contará com uma estrutura no formato compacto, com recepção, acolhimento e triagem, apoio psicossocial, centro judiciário da mulher, promotoria especializada, defensoria pública, serviço de promoção de autonomia econômica, dentre outros.

A Casa da Mulher Brasileira ficará localizado em um terreno cedido pela administração municipal na Avenida Roraima, 563, no bairro Primavera, na zona Norte de Teresina.