FWF abre inscrições para oficinas profissionalizantes

Estão abertas a partir desta segunda-feira (21) as inscrições para 13 oficinas profissionalizantes do projeto “Profissionalizar Teresina”, da Fundação Wall Ferraz (FWF). O objetivo é capacitar jovens e adultos para que ingressem no mercado de trabalho formal e informal.

De acordo com Heline Silva, superintendente executiva da FWF, estão sendo ofertadas 455 vagas para oficinas nas áreas de gestão, atendimento, artesanato e mídias digitais. “Por conta da pandemia as aulas acontecerão de forma remota, através da plataforma Google Meet. São 35 vagas por oficina, com carga horária que varia entre 16 e 50 horas/aulas, sendo realizadas de setembro a dezembro deste ano, algumas com início agora em setembro e outras em outubro, nos turnos manhã, tarde e noite”, explica a gestora.

Os interessados devem ter idade mínima de 16 anos e nível de escolaridade compatível com a especificidade de cada curso. As inscrições devem ser realizadas através do preenchimento de formulário online disponibilizado no site da Fundação Wall Ferraz. “As inscrições acontecem até esta sexta-feira (25) ou até o preenchimento total das vagas em cada oficina”, afirma Heline.

PGM define critérios para retorno do trabalho presencial na segunda (10)

A Procuradoria Geral do Município (PGM) retorna o trabalho presencial na próxima segunda-feira, dia 10, e estabeleceu critérios de funcionamento para garantir a segurança dos colaboradores e do público externo. Uma portaria regulamentando o trabalho presencial foi assinada pelo Procurador Geral do Município de Teresina, Raimundo Eugênio, e segue as recomendações sanitárias de prevenção da Covid-19.

Pelas novas determinações da PGM, a partir da próxima segunda-feira, cada setor deverá funcionar com 50% do seu quadro de pessoal. Cada chefe dividirá sua equipe em grupos fixos, que revezarão entre trabalho presencial e remoto. “Para os funcionários que fazem parte do grupo de risco, a orientação é permanecer no trabalho remoto até que o quadro epidemiológico seja favorável”, explica o Procurador Geral, Raimundo Eugênio.

“Todos os colaboradores que estarão no trabalho presencial terão a temperatura aferida na entrada do órgão e é obrigatório o uso de máscara de proteção facial”, acrescenta o Procurador. O acesso ao segundo piso será feito, preferencialmente, pelas escadas e as reuniões serão à distância através de videoconferências.

A portaria sobre a retomada das atividades presenciais na PGM estabelece também que o atendimento ao público externo será por agendamento, através do telefone (86) 99438-4594 ou pelo e-mail atendimentopresencialpgm@gmail.com.

PORTARIA

Servidores que retornarão ao trabalho presencial farão teste de Covid-19

Com o retorno parcial das atividades presenciais nos órgãos que compõem a Prefeitura de Teresina a partir da próxima segunda-feira (10), os servidores que estavam exercendo suas funções em home office, e não compõem o grupo de risco para Covid-19, serão testados pela Fundação Municipal de Saúde (FMS).

Os testes ocorrerão, de forma planejada, nesta sexta-feira (7) e sábado (8), conforme cronograma definido pela Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos (Sema) e encaminhado a cada órgão do município.

“Para que o nosso retorno seja seguro e seguindo as determinações dos decretos assinados pelo prefeito Firmino Filho, é necessário fazer a testagem dos servidores que estavam afastados das atividades presenciais. Serão 1.200 servidores que retornarão aos seus postos nessa fase de flexibilização. Lembrando que aqueles que são do grupo de risco para Covid-19 continuarão exercendo suas atividades de casa”, afirma o secretário municipal de Administração e Recursos Humanos, Nonato Moura.

O responsável pelo gerenciamento de Covid-19 em cada órgão municipal já está informando aos servidores o dia e horário de comparecimento ao Centro de Formação Professor Odilon Nunes, onde serão realizados os testes. O espaço está localizado na Rua Magalhães Filho, 1772, bairro Marquês.

 

 

Campanha de combate ao trabalho infantil em Teresina alerta sobre riscos na pandemia

O Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, celebrado em 12 de junho, tem como tema este ano “Covid-19: agora mais que nunca, protejam crianças e adolescentes do trabalho infantil” e busca alertar para o risco de aumento do trabalho infantil. Em Teresina, somente nos três primeiros meses de 2020, nove casos de trabalho infantil foram identificados pelas equipes do Serviço Especial de Assistência Social dos Centros de Referência Especializados em Assistência Social (CREAS). No ano anterior, 73 crianças foram identificadas em atividades de trabalho na capital.

Denise Morra, presidente do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, afirma que ainda é preciso desmistificar algumas crenças da sociedade, como a de que criança precisa trabalhar para formar caráter. “Precisamos falar e desmistificar essa causa para a sociedade. Criança não deve trabalhar, criança deve estudar, deve brincar, deve participar de uma sociedade mais justa e fraterna. Queremos somar com todas as instituições de trabalho nesta causa tão importante”, disse.

A campanha também pretende evidenciar a necessidade de maior proteção às crianças e adolescentes trabalhadores e o aprimoramento das medidas de prevenção e de combate ao trabalho infantil, em especial diante da vulnerabilidade socioeconômica resultante da crise atual. No Brasil, a idade mínima estabelecida por lei para ingresso no mercado de trabalho é de 16 anos, exceto casos de trabalho noturno, perigoso ou insalubre, nos quais a idade mínima passa a ser 18 anos, e também na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos. Todo trabalho realizado por crianças com idade inferior à mínima é caracterizado como trabalho infantil.

“Não dá para seguir em frente sem essa compreensão da importância de tornar nossas crianças e adolescentes livres do trabalho infantil. É preciso que haja união entre as instituições para desenvolver políticas públicas voltadas para o combate da exploração. É preciso uma escola mais assertiva, mais acolhedora ou uma saúde pronta para identificar casos que sejam acidente de trabalho com crianças e adolescentes, por exemplo. Precisamos mais do que nunca ter esse trabalho em rede para o enfrentamento à exploração de trabalho infantil e proteção da infância e da adolescência”, afirma Franciana Beleense, assistente social da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) e coordenadora das ações estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) em Teresina.

Para denunciar casos de exploração de trabalho infantil existe o número Disque 100. A população também pode entrar em contato com o Conselho Tutelar mais próximo ou solicitar orientação em um CREAS de Teresina, que são os serviços da rede de proteção às crianças e adolescentes em Teresina.

Trabalho infantil no mundo

A exploração da mão de obra infantil ainda é realidade em muitos países, principalmente em regiões menos favorecidas economicamente onde a renda familiar é insuficiente. A data foi instituída pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) para sensibilizar a sociedade civil, instituições e governos a serem contra práticas que sequestram direitos fundamentais, que asseguram desenvolvimento pleno, liberdade e dignidade para crianças e adolescentes. Seja agrícola, comercial ou doméstica, a atividade laboral muitas vezes acontece de forma sutil no seio familiar, onde é visto como uma ajuda necessária e justificada como algo que faz parte da formação do caráter da criança. Entretanto, não entram nessa conta os possíveis prejuízos à formação escolar, física e mental delas.

 

 

 

Educadora física da Sema dá dicas de como os servidores devem organizar seu home office

A maioria dos servidores municipais que não atuam na linha de frente do combate ao novo coronavírus está exercendo suas funções em home office. Esta mudança de ambiente exige a adoção de alguns cuidados, sobretudo com relação à postura e organização do tempo. Segundo Kauane Ribeiro, coordenadora da ginástica laboral da Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos (Sema), o home office deve seguir todo padrão de ergonomia do ambiente de trabalho.

“É interessante que a gente tenha em casa uma área específica para ser o nosso posto de trabalho, um cantinho com uma mesa, cadeira e computador. Nesse espaço deve-se evitar deixar objetos distrativos, para que consigamos manter nosso foco no trabalho”, destaca.

A profissional em Educação Física indica que o encosto da cadeira deve ser adaptado à curvatura da coluna e, se for preciso, pode-se utilizar almofadas. “Além disso, os ombros e quadris devem estar alinhados; os pés devem estar apoiados no chão ou em descanso para pés. Se você não tem esse suporte, pode improvisar com livros ou caixas. O descanso de braço deve estar na altura do cotovelo; o punho tem que estar em uma direção neutra, ou seja, sem dobrar; e os joelhos discretamente abaixo do quadril, com angulação de 90 graus”, detalha.

A posição do notebook ou computador também merece atenção especial. O monitor deve ser ajustado para que fique na altura da visão, evitando assim tensão na região cervical. “É importante observar também a curvatura dos ombros e da coluna. Caso precise, utilize livros, caixas ou resma de papel para chegar à posição correta. O teclado precisa ficar diretamente a sua frente e o mouse próximo e no mesmo nível do teclado”, acrescenta Kauane.

Outra dica é saber administrar o tempo e tentar manter a rotina de trabalho no mesmo horário em que você estaria no órgão em que trabalha. “Se você trabalha pela manhã, mantenha esse horário para estar ali trabalhando, planejando ou estudando, até para que na volta à rotina habitual, quando esse período de isolamento acabar, a gente não tenha tanta dificuldade de se readaptar”, ressalta.

Por fim, a educadora física pontua a necessidade de se movimentar durante o período de home office. “É indicado que a gente faça pausas durante a manhã. Levante, faça um alongamento, porque além de melhorar a circulação sanguínea, esse comportamento ajuda a aliviar a tensão muscular, relaxa o corpo e a mente, melhora a postura, previne dores e lesões musculares, além de aumentar a flexibilidade”, conclui.

 

SDUs reduzem regime de trabalho, mas mantêm serviços essenciais

Desde a semana passada, os serviços nos diversos órgãos da Prefeitura de Teresina estão se adequando ao regime home office, como forma de conter o avanço do coronavírus na capital. A partir desta segunda-feira, alguns serviços essenciais, desenvolvidos pelas Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDUs), terão continuidade, mas em regime de trabalho reduzido.

No âmbito da Gerência de Habitação, famílias que estiverem em situação de emergência receberão atendimento assistencial por parte dos profissionais do setor. Os assistentes sociais já estão fazendo o pré-cadastro de famílias em situação risco por conta das chuvas. Após tal medida, os assistentes trabalharão de casa, ficando sobre aviso. No caso da SDU Leste, será possível o contato com estes profissionais no horário das 07h30 às 13h30, por meio do telefone (86) 99490-0864.

Quanto às ações de fiscalização, a Gerência de Controle e Fiscalização da SDU Leste dará continuidade ao atendimento das demandas, priorizando as situações de maior urgência. O munícipe que queira solicitar a formalização de uma denúncia, poderá fazê-la por meio do Aplicativo Colab, que deve ser instalado em qualquer smartphone.

Os serviços de capinas, varrições de ruas e avenidas, limpeza de áreas verdes, galerias e podas continuam acontecendo de acordo com o cronograma habitual, demandas emergenciais e por meio das rotas das chuvas. Os mercados públicos vão funcionar com alguns espaços abertos, como a parte de cereais e produtos alimentícios, já restaurantes e lanchonetes permanecerão fechados. Os cemitérios também funcionarão normalmente. Tudo isso respeitando os protocolos dos órgãos de saúde.

O superintendente da SDu Leste, João Pádua, ressalta que as medidas levam em consideração as recomendações do Prefeito Firmino Filho, que decretou estado de emergência na cidade de Teresina. “Estamos unidos e definindo medidas preventivas em virtude do novo coronavírus. Nossa intenção é dar continuidade aos trabalhos possíveis, de forma efetiva e célere, mas assegurando a saúde dos servidores e dos munícipes. Continuaremos com as medidas necessárias para garantir o atendimento ao público, por meio dos telefones institucionais”, destacou.

Para o superintendente da SDU Sudeste, Evandro Hidd, as medidas de precaução são necessárias no atual momento pelo qual passa o país. “Tudo isso está sendo feito com o objetivo de minimizar os impactos e tentar garantir a segurança e saúde de todos”, finaliza Evandro.

As SDUs estão disponibilizando um informativo com os emails das Gerências e o telefone institucional e de chefes de setores para comunicação e atendimento à população na porta de cada órgão.

Rede Municipal: Pedagogos conhecem plano de trabalho com novidades do Programa Alfa e Beto

Ascom/Semec

Os coordenadores pedagógicos da Rede Municipal de Ensino estão reunidos esta semana para a capacitação do Programa Alfa e Beto, desenvolvido nas escolas da Prefeitura. O foco do encontro no Centro de Formação Odilon Nunes é socializar informações sobre o novo formato do Programa no 1º ano do Ensino Fundamental.

São quatro dias de capacitação, com os pedagogos organizados por zona. O grupo está se preparando para utilizar o novo material, também discutindo o plano de trabalho em fluência, decodificação, compreensão, aplicação de testes, coleta de dados e intervenção, todo o ciclo implementado em sala de aula.

A coordenadora Luzia Carvalho explica que os formadores da Secretaria Municipal de Educação (Semec) e os diretores das escolas já passaram pela capacitação. “Todos estão preparados para auxiliar o professor a executar o Programa IAB. Essa é uma etapa importante na escola e a equipe deve estar alinhada, assim garantimos os bons resultados”, disse.

Professores são orientados para lidar com desatenção e dificuldades de aprendizagem

Ascom/Semec

Para garantir que os alunos que apresentam algum tipo de desatenção ou transtorno tenham bom desempenho no processo de alfabetização, a Secretaria Municipal de Educação (Semec) está preparando os professores para melhor lidar com cada especificidade. Hoje (8), docentes de língua portuguesa do 2º ano participaram, no Centro de Formação Odilon Nunes, de uma palestra sobre métodos de inclusão das crianças com TDAH e autismo.

Na sexta-feira (12) serão professores do 1º ano. O espaço foi promovido a partir de uma parceria da Divisão de Educação Inclusiva com o Centro Municipal de Atendimento Multidisciplinar Professora Ceiça Carvalho. As atividades realizadas em conjunto têm apoiado os professores nas estratégias pedagógicas que transformam a realidade da sala de aula para os alunos com deficiência.

Dessa vez, o diálogo foi com foco na alfabetização das crianças com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e autismo. Segundo a coordenadora pedagógica da Semec, Hostiza Machado, o encontro surgiu da necessidade de atender as especificidades dos alunos com transtornos que estão no ciclo de alfabetização.

“Os professores tinham essa demanda de conhecer melhor estratégias pedagógicas na perspectiva inclusiva. Então, fizemos a interlocução para ampliar as políticas voltadas para a inclusão, considerando a complexidade do tema”, explicou.

Durante a palestra, as profissionais do CMAM deram dicas que vão desde a organização da sala de aula pensando nos alunos com TDAH e autismo, à aplicação de exercícios práticos específicos para esse público. “Primeiro é preciso entender que cada aluno tem sua forma de aprender, e alguns transtornos levam a criança a falta de atenção ou agitação extrema, a escola precisa considerar isso para ter êxito no processo de alfabetização da turma por completo”, afirmou Daniela Coutinho, diretora do Centro Multidisciplinar.

Na sala de aula da professora Rejane Leão, da Escola Municipal Dom Helder Câmara, os alunos estão indo bem em leitura e escrita. Ela conta que atende três alunos com transtornos de aprendizagem e acaba de pegar novas dicas para apoiá-los ainda mais nessa etapa.

“É de fundamental importância que o professor participe das formações, conheça e estude esse assunto para saber trabalhar com seus alunos. As crianças não aprendem ao mesmo tempo, mas se você conhece os obstáculos e procura formas de superar, vai ampliando o horizonte e conseguindo extrair o melhor da turma”, disse. Segundo Rejane, palestras como essa orientam os professores sobre como conseguir apoio. “É muito bom aprender formas alternativas e saber onde procurar ajuda, até para passar informações corretas para as famílias”, conclui.